Cachorro morto (por Cacau Menezes)

Cacau Menezes, meu guru nesta tão criticada profissão, em sua coluna de domingo (19) no Diário Catarinense, com todas as palavras, descreve aquilo que, de certa forma, cai como uma luva para algumas situações por aqui vivenciadas:

 

Cachorro morto

Você procura levar uma vida regrada, sem mexer com seus vizinhos, cuidando de si e dos seus. Trabalha um mínimo de 10 horas por dia e às vezes, até emenda, para ganhar aquele extra que vai permitir comprar quatro pares de sapatos para quatro filhas. E de repente, como que saído do nada, se torna vitima das mais baixas agressões, daquelas que tira até a vontade de ler a mensagem até o fim.

Cacau buscou na internet definições para “dar chute em cachorro morto”. Eis algumas: “chutar cachorro morto” é agredir alguém que se sabe, antecipadamente, que não irá reagir. Atacar alguém que já está derrotado, que não apresenta mais uma ameaça. Humilhar quem já não pode fazer nada, repudiar em cima de alguém que não pode se defender. Pisar, bater em quem está caído etc… Uma pessoa que não incomoda, quieta no seu canto, sem voz ativa, sem poder de decisão é como cachorro morto. Cachorro morto não avança; não incomoda. Pessoa que se destaca, brilha e se impõe pela inteligência e criatividade representa cachorro vivo. Eles avançam e perturbam. E como Cacau não é cachorro morto e está mais que provado que os agressores de hoje foram os abusados de ontem e os preconceituosos se destacam por seu baixo Q.I., vamos em frente que atrás vem gente.


Festa dos Amigos da Live

Relembrando os melhores sucessos das décadas de 60, 70 e 80, banda riomafrense Black Vinil sobe, dia 03 de março, no palco do Live Lounge Bar, em mais uma edição da “Festa dos Amigos da Liveâ€. Criada em 2007, a formação é a mesma desde 2010, com Olivério (teclados), Angelo (sopro), Jeferson (bateria), Ricardo (baixo), Jackson (sopro), Emerson (guitarra) e Ana Paula (vocal).

 


¿Hola que tal?

A quem interessar aprender espanhol, o Colégio Estadual Barão de Antonina de Rio Negro está abrindo inscrições para um curso básico, com duração de dois anos.

As aulas acontecerão nas segundas e quartas-feiras, em duas turmas – das 17h30min às 18h50min e das 19h às 20h20min. O curso é gratuito e o material é adquirido pelo aluno. Informações pelo telefone: (47) 3642-0352.


Quem abre e quem fecha?

Perguntar não ofende: ao contrário do ano passado, quando cada um funcionou no dia que bem entendeu (e outros nem abriram as portas!), comércios, lotéricas, bancos e órgãos públicos entraram em uma simetria quanto ao expediente nesta segunda, terça e quarta-feira?


Insônia

Com a aprovação da Lei da Ficha Limpa pelo STF, válida já para as eleições deste ano, todos os pré-candidatos de Riomafra estão conseguindo dormir tranquilos desde quinta-feira?


Mascarado em Rio Negro

Mantendo a tradição do Carnaval, o colunista resgata mais um memorável registro dos tempos das fantasias, máscaras, confetes, serpentinas e bisnagas de lança perfume: formada por riomafrenses, essa era a Banda Bussmann, conhecida por animar os bailes pela cidade. A foto foi gentilmente cedida pela historiadora Maria da Glória Foohs.

 

Ayrton Ricardo dos Santos, médico e escritor, em seu livro “Roda de Chimarrão†– sem data específica, o qual se deduz que foi escrito em entre as décadas de 40 e 50 – descreve a essência dos antigos Carnavais de Rio Negro, que marcou uma época, deixou uma geração na saudade, e que vaga na cabeça daqueles que, como este humilde colunista, se contentam em imaginar e ilustrar, nos pensamentos, como eram as festas, consideradas, por quem viveu naquele tempo, as melhores:

“Baile de Carnaval. Uma profusão de palhaços, máscaras, arlequins e pierrôs, em papel colorido, pendurados, de todos os modos e por toda a parte do clube, feericamente iluminado. No salão de danças, a juventude se esbalda. A mole humana, no ritmo dos instrumentos de percussão se movimenta no sentido circular da pista: pra baixo, pra cima. (…)

Vejo-me num deles, envergando uma fantasia de dominó, com máscara e tudo, além de planos antegozados de poder mexer com todo mundo sem ser conhecido.

E chego ao Clube Rionegrense para a noitada de festa! Na portaria, Guimarães identifica os associados. Apronto-me para a inspeção. Quanto com cautelas necessárias, vou retirar a máscara, o Guima impede, com um gesto, chamando-me pelo nome: “Não é preciso, pode entrarâ€.

Um tanto desconcertado subo as escadarias. Vários conhecidos, depois de ligeira inspeção me reconhecem… e gozam…

Desapontado, mas não inteiramente convencido, entro para o salão. “Vou pregar um susto em minha irmã casadaâ€, decido. E a convido para dançar. Prontamente, sem hesitação, aquiece. Havia-me reconhecido de imediato. Procuro, então, localizar meu cunhado. “Quero ver o jeito dele quando ver a mulher dançando com um mascaradoâ€. Ele conversa, animadamente, numa roda de amigos. Quando nos vê, interrompe a prosa, franze a testa e, logo em seguida, após leve movimento de assentimento com a cabeça, volta-se novamente para o grupo.

Não há mais nada a fazer! Positivamente não tenho jeito para a “coisaâ€, reconheço. O desapontamento, entretanto, grande demais, clama por vingança. Apelo, então para Enéas e ele topa a barganha.

Logo depois – metamorfose completa – apareço transformado num cossaco, com blusa abotoada até o pescoço, botas e tudo mais. E o dominó faz nova entrada solene… Mas novamente, não engana ninguém!

As exclamações, outra vez, se sucedem: “Enéas, por que trocou de fantasia?!â€. “De Russo você estava melhor…â€

É fogo ser mascarado em Rio Negro!â€


Doação de sangue no São Lourenço

“Sou agente comunitária e também realizo doações de sangue para Canoinhas.

A nossa doação será dia 08 de março (quinta-feira). Se alguém se interessar, favor entrar em contato com o ESF de São Lourenço, pelo telefone: (47) 3642- 6074. Obrigada.â€

 

Alessandra

alessandrapickicius@yahoo.com.br


Vereadores faltosos

Vereador curitibano Pedro Paulo (PT), vai apresentar requerimento cobrando a Mesa Executiva da Câmara Municipal da Capital para que os parlamentares que faltam as sessões plenárias sem justificativa, tenham sua ausência descontada em seus salários. O desconto será de 1/30 do valor total do salário a cada sessão ausente. Atualmente, os parlamentares recebem R$ 13,5 mil mensais, portanto o desconto será de R$ 450 por sessão não justificada.

Algum vereador mafrense encara a bronca de defender ideia semelhante? E de Rio Negro, alguém?


Dose dupla

Comemoração em dose dupla, hoje, na casa do meu grande amigo Mauro Cesar de Souza – o professor Mauro, do Colégio Barão de Rio Negro – e também colunista social aqui da Gazeta, que está completando mais um ano de vida. Coincidentemente na mesma data, sua esposa Keila do Rosário, também está de aniversário.

Desejo ao casal, muitas felicidades, conquistas e sucesso. Parabéns!

 

Foto: Divulgação


Cadeirinha

Dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) revelam que, com uso obrigatório da cadeirinha infantil, o número de crianças vítimas de acidentes automobilísticos no Brasil diminuiu significativamente.  Pelos dados oficiais, o número de mortes de crianças até 7 anos em acidentes nas estradas caiu 41,18% no primeiro semestre de 2011.


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