Denúncia

Rio Negro no CQC?

Se tratando do aumento salarial para vereadores de Rio Negro, aprovado em abril, que entrará em vigor a partir de 2013, é grande a indignação e reprovação por parte dos munícipes. Afinal, com o aumento, cada edil, que hoje ganha R$ 3470, deverá receber mensalmente R$ 4950. Presidente do legislativo, por sua vez, passará a ter, de R$ 4512, um salário de R$ 6 mil.

Entre tantas manifestações recebidas, teve até um leitor dizendo que já fez sua parte: enviou o caso ao ácido programa CQC, da Band, conhecido por satirizar episódios políticos no país.


Cruzamento

Um acidente, na noite de segunda-feira, envolvendo um ônibus e um carro, justamente no cruzamento da UnC, ilustraram (infelizmente) a nota que dei na coluna de sábado, comprovando que, há anos, o local necessita de uma readequação e algo bem planejado. Voltar ao formato antigo não é melhor solução.


Lixão na praça

Não é o local apropriado, não é aceitável e muito menos explicável. Uma parte da Praça Lauro Müller, junto a cerca do parquinho, há tempos, recebe lixo dos comerciantes da redondeza, que fica jogado lá por horas – e algumas vezes por um final de semana inteiro – causando mau cheiro e má impressão ao local.


Nossos deputados

Farra das assembleias legislativas, pelo que se viu no programa Fantástico do último domingo, também acontece em nosso Estado. Segundo a reportagem, os deputados catarinenses recebem 15 salários por ano. Isso mesmo, 15 salários! E por 11 meses trabalhados, já que janeiro o Poder Legislativo não tem atividades. Além desse montante, nossos nobres deputados também recebem as famigeradas verbas indenizatórias. Em troca, eles nos recompensam com… (complete a frase!).

 


Acessibilidade

É para evitar esse tipo de cena – quando uma pessoa idosa, cadeirante, dependente de bengala ou muleta precisa sair de casa – que tanto cobramos sobre acessibilidade. E não se trata apenas de vagas especiais em estacionamentos. Acessibilidade é: ônibus com acesso especial, rampas em entradas de estabelecimentos e instituições, calçadas regulares (ou sequer a existência delas), espaço suficiente (sem postes, placas ou lixeiras no meio da calçada), pouca inclinação, entre outras adaptações. Esse flagrante foi feito em Mafra, na semana passada, onde, sozinha, uma senhora descia a Avenida Nereu Ramos na contramão e pelo meio da pista, arriscando sua vida. Por falar desta avenida, acessibilidade, convenhamos, é muito mais próspero do que um portal. Não acham?

Fotos: Odir Bauer Júnior


Descaso

Anos depois, o problema da falta de iluminação na Ponte Metálica finalmente foi solucionado, como noticiamos em janeiro. Mas aquela “piscina” que, a cada chuva se forma no lado mafrense de acesso ao viaduto, convenhamos, já está debutando. Junto com ela, a falta de sinalização de passagem de nível (trem) também está fazendo aniversário.

O que falta, além de vontade, para que esses dois simples problemas sejam resolvidos?


O que é isso, doutor?

O Estado e o município podem gabar os investimentos na área da saúde pública, mas, que o humor e a atenção ao paciente no ato da consulta, por parte de alguns médicos, é diferente entre o atendimento feito pelo SUS e o particular, isso é. Nas filas de espera do sistema público, essa constatação é unânime.


Desconectados

Serviço de internet em Riomafra, conforme escrevi na primeira coluna deste ano (comecei bem!), cada dia mais, desagrada seus clientes. Quem tinha ADSL com velocidade de 4 mega, ou reduziu a 2 ou está dividindo 5 mega com as constantes quedas e oscilações. Quem tem o serviço via rádio, confessa que já ficou dias sem sinal. E, quem usa a tecnologia 3G, também reclama que o serviço já ficou fora do ar.

Havia um tempo que era assunto para o Procon. Hoje, está virando caso de polícia!

 


Então, tchau!

Uma turma de desocupados, aquela racinha cheia de tempo, criou, na rede Facebook, uma página chamada “Riomafra, bebê”. A promessa é de oferecer conteúdo humorístico, mas, na prática, o material veiculado, de certa forma, é ofensivo e denigre a imagem do cinema, da universidade, de baladas, entre outros segmentos. Reclamações vazias, sem nenhuma graça ou fundamento.

A meu ver, quem age de forma tão imbecil assim, está na cidade errada, deveria estar em Florianópolis, Balneário Camboriú, Rio de Janeiro, Ibiza, Saint-Tropez… Riomafra não suporta mais é carregar tantas malas. As cidades são do nosso jeito, para todos, ricos, pobres, brancos, negros, independente da opção sexual, religião, visão política ou time de futebol. Desdenhar nossa cultura, costumes, empresas, pessoas e profissionais é, literalmente, jogar contra a cidade.

Que fique bem claro: a saída para a BR é logo ali! Uma boa viagem!


4 + 1 = 2

O santo (que nunca foi burro), sempre desconfiou quando a esmola é demais. Operadora Oi resolveu, nos planos de internet ADSL, extinguir a velocidade de 4 mega. No seu lugar, passou a vigorar a velocidade de 5 mega. Ou seja, 1 mega a mais. Maravilha! Porém, com a velocidade maior, segundo um técnico, é que as imperfeições da linha são perceptíveis, causando inevitável instabilidade.

Apensar do tamanho, Riomafra não é adequada a receber grandes velocidades em todos os bairros. Quem mora longe da central (pode ser até no Alto de Mafra), sofre com essas imperfeições, já que o sinal não consegue percorrer grandes distâncias.

Em miúdos: quem tinha o plano de 4 mega (que automaticamente passou a ser  de 5 mega) e não mora próximo a central esta tendo duas escolhas: ou convive com as constantes quedas ou volta para 2 mega.

Queda livre, em plena era digital. Enquanto manifestações pela vinda de uma operadora concorrente respingam em todos os cantos da cidade.


  • Perfil

    Colunista do Jornal Gazeta de Riomafra desde 2001, Robson Komochena publica diariamente textos, fotos, notícias, vídeos e música, além de resgatar a história das cidades e dar sua opinião sobre o que acontece nos quatro cantos de Rio Negro-PR e Mafra-SC.
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