Enquanto os correligionários de muitos nomes eleitos, daqui até dezembro, estão brigando por cargos, para outros, que já ocupam uma “boquinha”, e que não tiveram a mesma sorte com o desempenho dos seus candidatos – principalmente os da oposição – a preocupação, agora, é articular, usar de todos os artifícios e apadrinhamentos possíveis, para se manter na posição.
Do contrário, os últimos dias de dezembro servirão, literalmente, para “limpar as gavetas”.

