Esses são os vídeos da abertura do II Festival Paranaense de Curimbas. Foi uma festa maravilhosa. O Guairão ficou lotado de Umbandistas que uniram as vozes e louvaram juntos nossa Sagrada Religião!
Esses são os vídeos da abertura do II Festival Paranaense de Curimbas. Foi uma festa maravilhosa. O Guairão ficou lotado de Umbandistas que uniram as vozes e louvaram juntos nossa Sagrada Religião!
Meu Deus não habita um livro velho, escrito e manipulado por homens falíveis.
Meu Deus não impõe castigos nem condena eternamente alguém ao inferno.
Meu Deus não é mercenário, não precisa de dinheiro, não pede para eu ser patrocinador de algum programa, não me oferece cartões de créditos, passagem áreas, antenas de tv,etc.
Meu Deus não está presente apenas quando pago um carnê, quando contribuo numa instituição;
Meu Deus ensina o Amor e não pede para que eu converta alguém à força;
Meu Deus não me dá o poder para dizer que eu estou certo e o outro errado!
Para agradecer suas graças, meu Deus prefere uma oração feita com fé e de coração, ao invés de escândalos públicos, gritaria, divulgação na mídia, etc.
Meu Deus está vivo, está na natureza, no sol, no mar, nas matas, nos rios, nas cahoeiras, nos arco-íris. Meu Deus está em todos os mundos habitados, em todos os planos da espiritualidade.
Está em toda a parte e acolhe todos aqueles que queiram compartilhar com ele sua Graça!
E você meu irmão, qual é seu Deus?
Salve o Povo de Aruanda!
Iansã é Orixá Guerreira, senhora das almas, dos ventos, das tempestades, dos raios e relâmpagos.
Em razão do sincretismo religioso, a imagem de Iansã está fortemente associada à imagem de Santa Bárbara, a Santa nascida no Século III e tida como protetora contra os relâmpagos e tempestades.
Iansã é um Orixá que teve seu culto nascido na Nigéria, mais especificamente nas margens do Rio Niger. Curiosidade é que nome “Iansã” é um título que Oyá recebeu de Xangô. Esse título faz referência ao entardecer, Iansã = “A mãe do céu rosado” ou “A mãe do entardecer”. Assim, falar em Oyá ou Iansã é falar do mesmo Orixá.

Zélio Fernandino de Morais: Através deste médium, o Caboclo das 7 Encruzilhadas instituiu uma nova Religião: "Umbanda".
Escrever sobre Umbanda sem citarmos Zélio Fernandino de Moraes é praticamente impossível. Ele, assim como Allan Kardec, foram os intermediários escolhidos pelos espíritos para divulgar a religião aos homens.
Zélio Fernandino de Moraes nasceu no dia 10 de abril de 1891, no distrito de Neves, município de São Gonçalo – Rio de Janeiro. Aos dezessete anos quando estava se preparando para servir as Forças Armadas através da Marinha aconteceu um fato curioso: começou a falar em tom manso e com um sotaque diferente da sua região, parecendo um senhor com bastante idade. À princípio, a família achou que houvesse algum distúrbio mental e o encaminhou ao seu tio, Dr. Epaminondas de Moraes, médico psiquiatra e diretor do Hospício da Vargem Grande. Após alguns dias de observação e não encontrando os seus sintomas em nenhuma literatura médica sugeriu à família que o encaminhassem a um padre para que fosse feito um ritual de exorcismo, pois desconfiava que seu sobrinho estivesse possuído pelo demônio. Procuraram, então também um padre da família que após fazer ritual de exorcismo não conseguiu nenhum resultado.
Tempos depois Zélio foi acometido por uma estranha paralisia, para o qual os médicos não conseguiram encontrar a cura. Passado algum tempo, num ato surpreendente Zélio ergueu-se do seu leito e declarou: “Amanhã estarei curado”.
No dia seguinte começou a andar como se nada tivesse acontecido. Nenhum médico soube explicar como se deu a sua recuperação. Sua mãe, D. Leonor de Moraes, levou Zélio a uma curandeira chamada D. Cândida, figura conhecida na região onde morava e que incorporava o espírito de um preto velho chamado Tio Antônio. Tio Antônio recebeu o rapaz e fazendo as suas rezas lhe disse que possuía o fenômeno da mediunidade e deveria trabalhar com a caridade.
O Pai de Zélio de Moraes Sr. Joaquim Fernandino Costa, apesar de não freqüentar nenhum centro espírita, já era um adepto do espiritismo, praticante do hábito da leitura de literatura espírita. No dia 15 de novembro de 1908, por sugestão de um amigo de seu pai, Zélio foi levado a Federação Espírita de Niterói. Chegando na Federação e convidados por José de Souza, dirigente daquela Instituição sentaram-se a mesa. Logo em seguida, contrariando as normas do culto realizado, Zélio levantou-se e disse que ali faltava uma flor. Foi até o jardim apanhou uma rosa branca e colocou-a no centro da mesa onde realizava-se o trabalho. Tendo-se iniciado uma estranha confusão no local ele incorporou um espírito e simultaneamente diversos médiuns presentes apresentaram incorporações de caboclos e pretos velhos. Advertidos pelo dirigente do trabalho a entidade incorporada no rapaz perguntou:
“- Porque repelem a presença dos citados espíritos, se nem sequer se dignaram a ouvir suas mensagens. Seria por causa de suas origens sociais e da cor?”
Após um vidente ver a luz que o espírito irradiava perguntou:
“- Porque o irmão fala nestes termos, pretendendo que a direção aceite a manifestação de espíritos que, pelo grau de cultura que tiveram quando encarnados, são claramente atrasados? Por que fala deste modo, se estou vendo que me dirijo neste momento a um jesuíta e a sua veste branca reflete uma aura de luz? E qual o seu nome meu irmão?”
Ele responde:
“- Se julgam atrasados os espíritos de pretos e índios, devo dizer que amanhã estarei na casa deste aparelho, para dar início a um culto em que estes pretos e índios poderão dar sua mensagem e, assim, cumprir a missão que o plano espiritual lhes confiou. Será uma religião que falará aos humildes, simbolizando a igualdade que deve existir entre todos os irmãos, encarnados e desencarnados. E se querem saber meu nome que seja este: Caboclo das Sete Encruzilhadas, porque não haverá caminhos fechados para mim.”
O vidente ainda pergunta:
“- Julga o irmão que alguém irá assistir a seu culto?”
Novamente ele responde:
“-Colocarei uma condessa em cada colina que atuará como porta-voz, anunciando o culto que amanhã iniciarei.”
Depois de algum tempo todos ficaram sabendo que o jesuíta que o médium verificou pelos resquícios de sua veste no espírito, em sua última encarnação foi o Padre Gabriel Malagrida.
No dia 16 de novembro de 1908, na rua Floriano Peixoto, 30 – Neves – São Gonçalo – RJ, aproximando-se das 20:00 horas, estavam presentes os membros da Federação Espírita, parentes, amigos e vizinhos e do lado de fora uma multidão de desconhecidos. Pontualmente as 20:00 horas o Caboclo das Sete Encruzilhadas desceu e usando as seguintes palavras iniciou o culto:
“-Aqui inicia-se um novo culto em que os espíritos de pretos velhos africanos, que haviam sido escravos e que desencarnaram não encontram campo de ação nos remanescentes das seitas negras, já deturpadas e dirigidas quase que exclusivamente para os trabalhos de feitiçaria e os índios nativos da nossa terra, poderão trabalhar em benefícios dos seus irmãos encarnados, qualquer que seja a cor, raça, credo ou posição social. A pratica da caridade no sentido do amor fraterno, será a característica principal deste culto, que tem base no Evangelho de Jesus e como mestre supremo Cristo”.
Após estabelecer as normas que seriam utilizadas no culto e com sessões diárias das 20:00 às 22:00 horas, determinou que os participantes deveriam estar vestidos de branco e o atendimento a todos seria gratuito. Disse também que estava nascendo uma nova religião e que chamaria Umbanda.
O grupo que acabara de ser fundado recebeu o nome de Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade e o Caboclo das Sete Encruzilhadas disse as seguintes palavras:
“- Assim como Maria acolhe em seus braços o filho, a tenda acolherá aos que a ela recorrerem nas horas de aflição, todas as entidades serão ouvidas, e nós aprenderemos com aqueles espíritos que souberem mais e ensinaremos aqueles que souberem menos e a nenhum viraremos as costas e nem diremos não, pois esta é a vontade do Pai.”
Ainda respondeu perguntas de sacerdotes que ali se encontravam em latim e alemão.
O caboclo foi atender um paralítico, fazendo este ficar curado. Passou a atender outras pessoas que haviam neste local, praticando suas curas.
Nesse mesmo dia incorporou um preto velho chamado Pai Antônio, aquele que, com fala mansa, foi confundido como loucura de seu aparelho e com palavras de muita sabedoria e humildade e com timidez aparente, recusava-se a sentar-se junto com os presentes à mesa dizendo as seguintes palavras:
“- Nêgo num senta não meu sinhô, nêgo fica aqui mesmo. Isso é coisa de sinhô branco e nêgo deve arrespeitá”,
Após insistência dos presentes fala:
“- Num carece preocupá não. Nêgo fica no toco que é lugá di nêgo”.
Assim, continuou dizendo outras palavras representando a sua humildade. Uma pessoa na reunião pergunta se ele sentia falta de alguma coisa que tinha deixado na terra e ele responde:
“- Minha caximba.,nêgo qué o pito que deixou no toco. Manda mureque buscá”.
Tal afirmativa deixou os presentes perplexos, os quais estavam presenciando a solicitação do primeiro elemento de trabalho para esta religião. Foi Pai Antonio também a primeira entidade a solicitar uma guia, até hoje usadas pelos membros da Tenda e carinhosamente chamada de “Guia de Pai Antonio”.
No outro dia formou-se verdadeira romaria em frente a casa da família Moraes. Cegos, paralíticos e médiuns que eram dado como loucos foram curados.
A partir destes fatos fundou-se a Corrente Astral de Umbanda.
Após algum tempo manifestou-se um espírito com o nome de Orixá Malé, este responsável por desmanchar trabalhos de baixa magia, espírito que, quando em demanda era agitado e sábio destruindo as energias maléficas dos que lhe procuravam.
Dez anos depois, em 1918, o Caboclo das Sete Encruzilhadas recebendo ordens do astral fundou sete tendas para a propagação da Umbanda, sendo elas as seguintes:
Tenda Espírita Nossa Senhora da Guia;
Tenda Espírita Nossa Senhora da Conceição;
Tenda Espírita Santa Bárbara;
Tenda Espírita São Pedro;
Tenda Espírita Oxalá;
Tenda Espírita São Jorge;
Tenda Espírita São Jerônimo.
As sete linhas que foram ditadas para a formação da Umbanda são: Oxalá, Iemanjá, Ogum, Iansã, Xangô, Oxossi e Exu.
Enquanto Zélio estava encarnado, foram fundadas mais de 10.000 tendas a partir das acima mencionadas.
Zélio nunca usou como profissão a mediunidade, sempre trabalhou para sustentar sua família e muitas vezes manter os templos que o Caboclo fundou, além das pessoas que se hospedavam em sua casa para os tratamentos espirituais, que segundo o que dizem parecia um albergue. Nunca aceitara ajuda monetária de ninguém era ordem do seu guia chefe, apesar de inúmeras vezes isto ser oferecido a ele.
O ritual sempre foi simples. Nunca foi permitido sacrifícios de animais. Não utilizavam atabaques ou qualquer outros objetos e adereços. Os atabaques começaram a ser usados com o passar do tempo por algumas das Tendas fundadas pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas, mas a Tenda Nossa Senhora da Piedade não utiliza em seu ritual até hoje.
As guias usadas eram apenas as determinadas pelas entidades que se manifestavam.
A preparação dos médiuns era feita através de banhos de ervas e do ritual do amaci, isto é, a lavagem de cabeça onde os filhos de Umbanda afinizam a ligação com a vibração dos seus guias.
Após 55 anos de atividade, entregou a direção dos trabalhos da Tenda Nossa Senhora da Piedade a suas filhas Zélia e Zilméia, as quais até hoje os dirigem.
Mais tarde junto com sua esposa Maria Isabel de Moraes, médium ativa da Tenda e aparelho do Caboclo Roxo fundaram a Cabana de Pai Antonio no distrito de Boca do Mato, município de Cachoeira do Macacú – RJ. Eles dirigiram os trabalhos enquanto a saúde de Zélio permitiu. Faleceu aos 84 anos no dia 03 de outubro de 1975.
Pesquisa feita por LUCILIA GUIMARÃES e EDER LONGAS GARCIA
(texto tirado do site www.paimaneco.com.br)
No dia 27 de novembro de 2011 acontecerá a 2ª edição do Festival Paranaense de Curimbas de Umbanda, evento destinado a divulgação da Religião de Umbanda e a confraternização e interação de seus adeptos.
Neste ano o evento será realizado no Teatro Guaíra, Curitiba/PR, com início previsto para às 15:00. O ingresso será uma lata de leite em pó. A arrecadação será destinada ao Programa do Voluntariado Paranaense – PROVOPAR.
O evento é uma iniciativa da FUEP – Federação Umbandista do Estado do Paraná, e conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Curitiba através da Fundação Cultural de Curitiba, do Governo do Estado do Paraná, Secretaria da Cultura, PROVOPAR, Centro Cultural Teatro Guaíra e Rádio e TV Educativa do Estado do PR.
Este ano o Festival contará com as seguintes atrações:
· Curimba do Terreiro Tio Antonio de Curitiba, Campeã das Campeãs do 7° Atabaque de Ouro (Rio de Janeiro), edição 2011;
· Gide Ferreira com o monólogo “Suor de Preto”;
· Grupo “Os Encantados” de Curitiba e
· Coral “Abraça a Umbanda” do Rio de Janeiro, composto por 27 vozes, dentre eles Tião Casemiro, José Carlos de Oxossi, Mano Lopes, Beatriz Nascimento, Ogan Daniel e Afonso de Xangô.
Além dessas atrações, apresentarão suas cantigas em busca do prêmio de melhor curimba do Paraná 2011 os seguintes Terreiros:
* Terreiro de Umbanda Vovó Zimba do Congo
* Tenda de Umbanda Filhos da Vovó Rita (Mafra/SC)
* Terreiro de Umbanda Luz Divina
* Terreiro de umbanda guerreiros de oxala
* Centro Espiritualista Caboclo Tupinambá
* Terreiro de Umbanda Ogum das Águas
* Comunidade Umbandista Filhos de Fé
* ASSEMA
* TUROMM
* Tenda de Umbanda Sereia 7 Ondas
O evento será transmitido pela rede Paraná Educativa e terá cobertura da Rede Massa.
Vamos prestigiar!
Jefferson LG

OFERENDAS PARA ORIXÁS
Caboclo Pery
Médium Mãe Iassan
Muitos médiuns vem nos perguntar quais oferendas podemos dar no dia de determinado Orixá.
Estaremos agora passando uma receita básica que pode ser utilizada para qualquer Orixá ou Entidade. Tratam-semateriais simples, que pode ser enontrados em seu dia a dia:
* um pacote de amor, em pó, para que qualquer brisa possa espalhar para as pessoas que estiverem perto ou longe de você;
* um pedaço (generoso) de fé, em estado rochoso, para que ela seja inabalável;
* algumas páginas de estudo doutrinário, para que você possa entender as intuições que recebe;
* um pacote de desejo de fazer caridade desinteressada em retribuição, para não “desandar” a massa.
Junte tudo isto num alguidar feito com o barro da resignação e determinação e venha para o terreiro.
Coloque em frente ao Congá e reze a seguinte prece:
“Pai, recebe esta humilde oferenda dada com a totalidade da minha alma e revigora o meu físico para que eu possa ser um perfeito veículo dos teus enviados. Amém.”
Pronto! Você acabou de fazer a maior oferenda que qualquer Orixá, Guia ou Entidade pode desejar ou precisar…
Você se dispôs a ser um MÉDIUM DE VERDADE!
COMENTÁRIO
Muitos irmãos adentram a seara Umbandista em busca de soluções mágicas para a resolução de seus problemas.
Procuram “receitas” contra a inveja, mau-olhado, saúde física e financeira, amor, fortuna, etc.
E buscam realizar oferendas e mais oferendas em “troca” de auxílio.
Trata-se de uma atitude lastimável!.
Os Orixás e os espíritos de luz que se manifestam em nossas casas, não são “gênios da lâmpada”. Nâo estão eles obrigados a realizar os desejos e caprichos daqueles que os procuram. Muito pelo contrário, por serem “guias”, possuem como missão a mera orientação acerca do melhor caminho a se seguir e a melhor maneira de se preparar para as “batalhas” da vida. Mas nunca, jamais, irão lutar no lugar deles, pois são eles(encarnados) quem estão em provação neste planeta e não os “guias”.
O texto acima reflete a filosofia da verdadeira Umbanda. Como já mencionado outrora, ser Umbandista não é apenas ir ao terreiro. Ser Umbandista é vivenciar seus ensinamentos, os quais se resumem na prática do amor, da caridade e do perdão.
Na própria bíblia há uma passagem em que, supostamente, Jesus ensina seus dicípulos: “Antes de levar sua oferta ao altar, perdoe seu irmão!
Ou seja, de nada valerá as ofertas que você faz a Deus, se teu coração é maculado pelo ódio!
O mesmo se aplica na Umbanda.
De nada adianta realizar uma oferenda com muitas velas, flores, perfumes, frutas, etc., se o seu coração está contaminado pelo egoísmo, pelo ódio e pelos vícios.
Tenho a certeza de que os Orixás e guias, prefeririam muito mais, se o ofertante acendesse uma única vela, mas que fosse uma pessoa repleta de amor, praticante da caridade verdadeira e semeadora de esperança e fé.
Ajuda-te! Que o céu te ajudará!
Podem ter certeza meus irmãos, que aquele que obtém qualquer vantegem de maneira ilícita, burlando as leis e se aproveitando da fé do próximo, mas cedo ou mais tarde, receberá sua recompensa. Pois, tudo o que vem fácil e rápido, vai fácil e rápido! Mas tudo aquilo que é construido na pedra, de maneira digna e honesta, se tornará uma fortaleza que nem mesmo as tempestades derrubarão!
Pensemos nisso!
Jefferson LG

Foram acolhidos por Zambi e Oxalá na Aruanda e hoje em dia baixam em nossos terreiros, trazendo a paz, a sabedoria e, principalmente, ensinando-nos a importância do amor ao próximo, da humildade e da caridade.
Devemos aos pretos velhos todos os conhecimentos dos Orixás, pois o culto à Eles nasceu no continente africano.


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