Pesquisas apontam os hábitos de consumo no dia dos namorados

Por Assessoria - 05/06/2020

O mês de junho chegou e com ela uma data muito importante para o varejo brasileiro. O dia dos namorados é uma das datas que mais movimentam as vendas no país, perdendo apenas para o natal e o dia das mães. Porém, esse ano, a celebração dos casais ganha um enredo completamente diferente. Graças ao Covid-19, popularmente chamado de coronavírus, se espalhou pelo mundo fechando lojas, cinemas e restaurantes românticos.

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Por conta da quarentena, os planos dos casais mudarem drasticamente, influenciando diretamente no consumo que a data trás. Se antes era fácil para um rapaz, com alguns dias de antecedência, comprar uma caixa de bombons e um buquê de flores, agora, ele terá que arrumar outro jeito de presentear a pessoa amada.

Por que há tanta certeza que serão feito compras de dia dos namorados? Uma pesquisa feita pela Social Miner apontou que 57% dos entrevistados pretendem sim celebrar a data. Há muitas outras maneiras de celebrar a data do que sair para lugares super românticos.

Entre as pessoas que estão dispostas a celebrar essa data, 67,2% dos entrevistados pretendem comprar presentes, sendo que 31,8% irão recorrer ao e-commerce. Com a maioria das cidades ainda com quarentena, as lojas ainda não estão abertas para receber o público.

Uma outra pesquisa sobre o dia dos namorados foi feito pela Azulis. Ele também aponta algumas novas formas formas de consumo que o coronavírus impôs aos casais. Coletando a respostas de 5686 pessoas que estão em um relacionamento, foi possível identificar mudanças na forma de dar presentes do ano passado em comparação esse ano. Ao invés de comprar flores, roupas e jóias, a tendência será a produção manual de presentes.

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No ano passado, 36% dos entrevistados colocaram a mão na massa para criar o próprio presente. Já neste ano, essa mesma resposta foi dada por 82%. Para muitas pessoas, não está valendo a pena tirar o dinheiro do bolso e investir num presente caro. Fazer pode dar muito mais trabalho, mas também muito mais barato.

Os presentes mais clássicos e fáceis de comprar no shopping, por exemplo, não será a tendência. Enquanto 70% dos entrevistados compraram flores no ano passado, agora 49% vão. Já as roupas, que era a preferência de 77,5% dos apaixonados, apenas 37% vão investir nisso.

Outra mudança de hábito de consumo para o dia dos namorados que a pesquisa apontou foi em relação ao programa na noite do dia 12. As atividades caseiras cresceram exponencialmente, enquanto os restaurantes e cinema foram praticamente descartados.

Atividades, como assistir lives, maratonar séries e fazer um jantar romântico dentro da própria casa cresceram mais de 50%. Não é por coincidência que são atividades que custam mais barato.

Um último dado que mostra de que haverá consumo no dia dos namorados, porém, moderado, é quanto os casais estão dispostos a gastar. A pesquisa apontou que 63,5% dos entrevistados que pretendem gastar, vão desembolsar no máximo R$ 240. Um valor baixo para uma das datas que mais movimentam o comércio brasileiro.

Uma coisa é fato: haverá celebração sim entre os casais no dia 12 de junho. Será de uma forma mais econômica e caseira. É uma prova que mostra como o amor está por cima de qualquer valor.

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A pesquisa foi formulada pela Azulis, empresa do Grupo Red Ventures, que conta com outras startups como o Iq e a previdência Onze.

Texto: Gabriel Mecca

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