Conselheiros tutelares tomam posse em Campo do Tenente

Os cinco candidatos mais votados: Juliana Katielly Schlocobier, Mario Pereira de Oliveira, Alcione Martins da Silva, Narislei Aparecida Barbosa Cordeiro e Daniele de Medeiros serão conselheiros tutelares na gestão 2020/2024

Por Gazeta de Quitandinha e Campo do Tenente - 18/01/2020

A Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania e o Conselho Municipal dos Diretos da Criança e do Adolescente de Campo do Tenente realizou a diplomação e posse dos conselheiros Tutelares eleitos e suplentes no dia 06 de outubro de 2019 para o quadriênio 2020/2024.

Os cinco candidatos mais votados: Juliana Katielly Schlocobier, Mario Pereira de Oliveira, Alcione Martins da Silva, Narislei Aparecida Barbosa Cordeiro e Daniele de Medeiros serão conselheiros tutelares na gestão 2020/2024 e, as demais: Giovanna de Ramos Peichó, Franciele Piske e Maria Luciane Monteiro, permanecerão como suplentes.

O Conselho Tutelar é um órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pela garantia e defesa dos direitos da criança e do adolescente por parte da família, da comunidade em geral e, acima de tudo, do Poder Público, notadamente em âmbito municipal fiscalizando a atuação dos órgãos públicos e entidades governamentais e não governamentais de atendimento a crianças, adolescentes e famílias. O Conselho Tutelar é formado por 5 membros escolhidos pela população local, que atuam de forma colegiada, de acordo com as atribuições estabelecidas.

O conselheiro tem como uma das características mais marcantes, a disponibilidade permanente, a assunção de um sentimento paternal e maternal, a disposição para tutelar e zelar por crianças e adolescentes que foram ameaçados ou que tiveram seus direitos violados. No desempenho de sua nobre função o conselheiro, quase sempre, passa por situações de riscos, porque onde existe uma suspeita ou uma confirmação de maus tratos, à criança ou ao adolescente, ele deve estar presente e atuando segundo os postulados legais, enfrentando descontentamentos, conflitos e divergências. O conselheiro tem que ser portador de grande sensibilidade humana, grande capacidade para discernir posto que, lhe cabe, também, de forma discreta e complementar fiscalizar as entidades governamentais e não governamentais que executam programas de proteção e socioeducativos.

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