Mafra terá seis candidatos a deputado estadual e um a federal

Com seis candidatos, o município corre alto risco de ficar novamente sem representatividade na ALESC

Por Gazeta de Riomafra - 09/08/2018

O último domingo (5) foi o prazo final para os partido escolherem seus candidatos a presidente da república, governador, senador, deputado federal e a deputado estadual.

Para o cargo máximo do país teremos 13 candidatos: Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriotas), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (Psol), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), João Amoêdo (Novo), João Goulart Filho (PPL), João Maria Eymael (DC), Luis Inácio Lula da Sílva (PT), Marina Silva (Rede) e Vera Lúcia (PSTU).

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Concorrendo ao governo do Paraná temos 10 candidatos: Cida Borguetti (Progressista), Dr. Rosinha (PT), Geonísio Marinho (PRTB), João Arruda (MDB), Jorge Bernardi (Rede), Ogier Buchi (PSL), Priscila Ebara (PCO), Prof. Ivan Bernardo (PSTU), Prof. Piva (Psol) e Ratinho Júnior (PSD).

Já para o governo de Santa Catarina são oito os candidatos: Angelo Castro (PCO), Carlos Moisés da Silva (PSL), Décio Lima (PT), Gelson Merisio (PSD), Ingrid Assis Leitemberg (PSTU), Leonel Camasão (PSOL), Mauro Mariani (MDB) e Rogério Portanova (Rede).

POR MAFRA

Em Mafra a expectativa era saber quem seriam os candidatos a deputado estadual e a federal, já que no período pré-campanha vários nomes surgiram. E confirmando o esperado nestas eleições infelizmente teremos seis nomes concorrendo à Assembleia Legislativa: Abel Bicheski (SD), Cláudia Bus (PTB), Casimiro Konkel (PT), Hebert Werka (PSB), Jeferson Lopes (PSL) e Jonas Schultz (PSDB) – e um para a Câmara Federal – Adriana Dorneles (Novo).

Comparado as últimas eleições, agora em 2018, é o ano em que Mafra tem mais postulantes ao cargo de deputado estadual.

A candidatura única, por falta de conscientização e comprometimento, deixou de ser um sonho distante e difícil de ser construído, passando a ser um pesadelo para o futuro de Mafra que não têm mais governadores “amigos” de Mafra, como Luis Henrique da Silveira e Raimundo Colombo, onde Mafra mais precisaria de um representante e corre o risco de não tê-lo e ter tratamento igualitário ou até inferior aos demais municípios mais expressivos da região.

Agora com os nomes postos existe a necessidade de viabilizar uma candidatura, escolher entre os seis quem realmente tem mais chances de ganhar, e o mais importante, que os eleitores mafrenses votem em que é da cidade e não em candidatos de outros municípios (paraquedistas).

Nomes ainda podem mudar ou sair da disputa já que mesmo confirmadas às candidaturas nas convenções, os candidatos podem deixar a disputa ou ter seu nome trocado pelo partido até a véspera da eleição.

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