Ministério Público recebeu apicultores para discutir a morte das abelhas na região
Tanto a Epagri quanto a Cidasc estão buscando identificar quais as lavouras, próximas aos produtores de mel, usaram o inseticida
Há 7 anos
Por Gazeta de Riomafra

Após a Cidasc divulgar o laudo que apontou o inseticida Fipronil como responsável pela morte das abelhas no Planalto Norte, os apicultores da região foram recebidos, na última terça-feira (12), pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), para discutir o assunto que assombrou os produtores de mel.

Durante a reunião os apicultores discutiram com o MP, com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e com a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) meios para controlar com mais rigor os receituários de agrotóxicos e distribuição, assim como a autorização para que os agricultores utilizem os defensivos agrícolas.

Falaram da necessidade da realização de cursos para capacitação dos aplicadores de agrotóxicos, principalmente na região próxima a produção de mel. Assim como a possibilidade da proibição no Estado de algumas substâncias que são autorizadas no resto do país.

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Tanto a Epagri quanto a Cidasc estão buscando identificar quais as lavouras, próximas aos produtores de mel, usaram o inseticida. Após virá o trabalho para provar que usou o Fipronil, já que diversos produtores podem ter utilizado ou usado onde não deveria.

O Fipronil é um inseticida que age nas células nervosas dos insetos e, além de ser utilizado contra pragas em culturas como maçã, soja e girassol, é usado também em coleiras antipulgas para cães e gatos.

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