Clínica de Fisioterapia: melhorando a qualidade de vida dos quitandinhenses

De acordo com o secretário de saúde Sergio Carvalho, são duas fisioterapeutas que prestam serviços no local

Por Gazeta de Quitandinha e Campo do Tenente - 09/10/2019

Há quase um ano e meio funcionando, a Clínica de Fisioterapia de Quitandinha está com uma média de 280 a 300 atendimentos mensais. Desde que foi inaugurada, pela gestão da Prefeita Maria Julia, a clínica é um importante investimento para a vida de muitas pessoas, que recuperam os movimentos e a qualidade de vida graças ao tratamento.

“Essa era uma proposta de campanha, que eu fiquei muito feliz em realizar. Conseguimos ajudar muitas pessoas já. Isso é gratificante!”, comenta a Prefeita, lembrando que fica muito feliz de ver também o carinho das fisioterapeutas com os pacientes.

De acordo com o secretário de saúde Sergio Carvalho, são duas fisioterapeutas que prestam serviços no local. “Cada uma trabalha de um jeito diferente, mas a ideia é sempre a mesma: ajudar os pacientes a recuperar seus movimentos. No ano passado, recebemos do Governo do Estado equipamentos para ajudar na execução dos exercícios. São dois consultórios totalmente equipados com aparelhos de eletroterapia e cinesioterapia”, afirma.

A fisioterapeuta Alessanda Gregório Filipak, que está há três anos na saúde de Quitandinha, conta que antes atendia em salas comuns na Unidade de Saúde, juntamente com a colega Andressa Fornazari Hessel, que está há 13 anos no serviço público. Segundo elas, antes não havia infraestrutura adequada.

Alessanda diz que prefere trabalhar com cinesioterapia e biomecânica, priorizando os exercícios e usando o próprio corpo para reabilitação. “Assim, trabalha o paciente como um todo, alongando e fortalecendo todas as cadeias musculares. E também consigo trabalhar com alguns atendimentos em grupo, para agilizar o processo e diminuir a fila de espera. São pacientes previamente avaliados, que são selecionados para essa atividade em grupo”, explica.

Já a Andressa prioriza os aparelhos de eletroterapia em seus atendimentos. “Os aparelhos possuem ação anti-inflamatória, analgésica, relaxante, regenerativa/cicatrizante, então eu prefiro usar eles com meus pacientes. Os que são mais dependentes fazem exercícios com a minha ajuda. Já os independentes, aprendem os exercícios e também fazem sozinhos em casa”, ressalta.

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