Prefeitura de Quitandinha engajada com o Setembro Amarelo
Há 6 anos - Atualizado em
Por Gazeta de Quitandinha e Campo do Tenente

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são registradas anualmente 800 mil mortes por suicídio no mundo. Pensando em diminuir o alto índice, é que foi criado no Brasil o Setembro Amarelo, que fomenta a realização de ações para conscientizar sobre o assunto. Em Quitandinha, a Prefeitura Municipal, por meio da secretaria de Saúde, está realizando palestras semanais na Unidade de Saúde Central, entre outras ações.

Uma vez por semana, de manhã e à tarde, as psicólogas do município, Dra. Marli Terezinha Socek e Helen Cristiane mostram dados, fatores de risco e tentam conscientizar aos pacientes presentes na Unidade sobre o suicídio.

Abrindo a ação no dia 5 de setembro, a Dra. Marli falou das situações que devem ser observadas, como depressão, transtornos mentais, alcoolismo, perda de emprego, separação conjugal, entre outros fatores que podem levar ao suicídio.

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“Suicídio era um tema difícil de falar, havia até uma recomendação de que não fosse falado a respeito. Hoje é ao contrário. Ele tem que ser falado para ser prevenido”, alerta.

A prefeita Maria Julia comenta que essa é uma situação que só pode ser resolvida com a ajuda de todos. “’Quando a pessoa não está bem, é difícil enxergar saída para o problema. E nós temos a nossa função de ajudar quem está ao nosso redor. Aqui em Quitandinha todo mundo se conhece e precisamos estar de olho nos nossos parentes, amigos, vizinhos. Oferecer ajuda se eles precisarem e chamar os agentes comunitários se vermos que a situação é crítica. Nós temos que nos ajudar!”, pede.

Além das palestras, a equipe da secretaria de saúde também organizou um mural com informações sobre o suicídio e ainda vídeos sobre o assunto na TV que fica na recepção. De acordo com o gerente de Saúde Paulinho Santos, a ação está trazendo bons resultados: “Muitas pessoas param pra ver o mural e também aumentou a procura pelas psicólogas, para tirar dúvidas sobre o assunto”, conta.

Se você precisa de ajuda ou conhece alguém que precise, procure a Unidade de Saúde mais próxima, comunique os agentes comunitários ou ligue para o Centro de Valorização à Vida (CVV), que oferece apoio voluntário 24 horas pelo número 188.

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