Como escolher boas fontes de carboidratos

Por Assessoria - 18/12/2019

De acordo com o estudo realizado pela Universidade do Kansas, ingredientes usados em produtos industrializados, processados e refinados podem surtir efeitos no cérebro, que desencadeiam mecanismos que inibem a sinalização da saciedade.

No caso dos norte-americanos, os cientistas descobriram que a população está altamente viciada neste tipo de sensação hiperpalatável, uma vez que 62% dos alimentos registrados no banco de dados The Food and Nutrient Database for Dietary Studies (FNDDS) são compostos por uma das três combinações. Destes 70% apresentavam alto teores de sódio e gordura, 25% buscavam o equilíbrio entre gordura e açúcar e 16% entre carboidrato e sódio. Isso vale até mesmo ao considerar os alimentos rotulados com light e diet.

Para muitas pessoas é muito difícil começar o dia sem tomar um café da manhã com o pão francês, mas essa prática é muito mais fácil do que se imagina. Conheça 8 dicas para escolher boas fontes de carboidratos.

  1. Troque o trigo e seus derivados como farinhas, pães e bolos por tapioca, queijos, ovo e opções funcionais Low Carb;
  2. Reduza o açúcar da sua alimentação ou substitua por adoçantes naturais como são estévia, xylitol, taumatina e eritritol;
  3. Dê preferência a alimentos ricos em fibras e com baixo teor de amido;
  4. Diversifique o cardápio comendo carne, peixe e frango;
  5. Invista em variadas receitas com ovo;
  6. Acrescente na sua alimentação Hortaliças, legumes e verduras
  7. Inclua mais frutas no seu dia a dia
  8. Coma gorduras naturais dos alimentos minimamente processados.

Dra. Luanna Caramalac Munaro, Nutricionista Funcional e Integrativa – Formada em modulação intestinal e biofísica quântica pela universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região Pantanal (Uniderp). Pós-graduada em nutrição clínica funcional – VP, adequação nutricional e manutenção da homeostase – prevenção e tratamento de doenças. Pós-graduanda em nutrição comportamental, atua na área integrativa com foco em prevenção e tratamentos de patologias, como: Doenças autoimunes; Depressão; Infertilidade e emagrecimento.

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