Reta final da Superliga de Vôlei agita equipes de Santa Catarina e do Paraná

Por Assessoria - 12/02/2019
CBV – Confederação Brasileira de Voleibol via Facebook

A temporada 2018/19 da Superliga de Vôlei, tanto masculina como feminina, está caminhando para a reta final e com algumas equipes de Santa Catarina e do Paraná passando por momentos decisivos. Enquanto Maringá e Curitiba sonham com uma vaga na próxima fase, Caramuru e Camboriú lutam contra o rebaixamento para a Série B. O caminho dos quatro times não deve ser nada fácil, principalmente pela qualidade dos adversários.

Quem vive situação mais dramática é a equipe de Balneário Camboriú, de Santa Catarina. A estreia do time na primeira divisão da Superliga Feminina de Vôlei tem sido um verdadeiro drama. Até o início de fevereiro, o time conseguiu um aproveitamento de apenas 14,5%. São apenas sete pontos, vencendo apenas dois jogos e perdendo 14. O resultado disso é a 12ª colocação na tabela, ou seja, na lanterna do campeonato.

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Faltando pouco tempo para recuperação, a equipe catarinense vai precisar mais do que nunca da oposta Ivna Colombo, que é o único destaque do time. Com 251 pontos na temporada, ela está entre as cinco melhores da competição. Atualmente, a líder no número de pontos é a polonesa Katarzyna Skowrońska, que joga pelo Barueri, com mais de 330 pontos conseguidos até o momento.

No lado masculino, o desespero é do time de Caramuru, do Paraná. Até o início do segundo mês de disputa em 2019, a equipe conseguiu apenas 17,7% dos pontos disputados. São apenas duas vitórias e 14 derrotas. Atualmente, a equipe ocupa a 11ª colocação, ficando à frente apenas do São Judas, de São Paulo. Como destaque positivo do time está o ponteiro argentino Alejandro Toro, segundo números da Confederação Brasileira de Vôlei.

Buscando vaga na final masculina

Enquanto alguns times lutam contra o rebaixamento, outras sonham com uma vaga nas fases decisivas. Na Superliga Masculina de Vôlei, o time de Maringá busca terminar entre os oito primeiros para garantir um lugar nas quartas de final. Com 51% de aproveitamento até fevereiro, a equipe ocupa a 7ª posição na tabela, o que garante a classificação. São sete vitórias e oito derrotas, com 23 pontos acumulados até o momento.

Apesar do otimismo para conseguir uma vaga, o sonho de título da equipe é muito distante. Maringá não está entre os principais favoritos do torneio, como mostram os números do portal de aposta da Betway Sports. No dia 9 de fevereiro, o time tem apenas 0,4% de chance, sendo considerado uma verdadeira zebra. O favoritismo para levantar o troféu está com os quatro líderes da Superliga: Taubaté, Cruzeiro, Sesi e Sesc.

Um dos responsáveis pela boa campanha do time de Maringá, e que ainda deixa vivo o sonho por algo mais na temporada, é o líbero Mário Júnior. Segundo o portal de notícias Massa News, ele foi uma das principais contratações e encaixou rapidamente no elenco. Atualmente, ele é considerado pela CBV como o melhor da posição no campeonato, e sonha com um prêmio individual no final da disputa pelo troféu.

Curitiba se complica na disputa

Já na tabela da Superliga Feminina de Vôlei, o Curitiba enfrenta algumas dificuldades em 2019. Após acumular bons resultados no ano passado, o elenco sofreu quatro derrotas em cinco jogos disputados em janeiro e fevereiro. O aproveitamento caiu para os 41,6%, com seis vitórias e 10 derrotas. Agora, a equipe precisa voltar a ganhar força para encerrar a temporada entre os oito melhores da tabela e avançar de fase.

O objetivo do time sempre foi conseguir pelo menos uma vaga nas quartas de final, já que sonhar com algo mais é quase impossível. O Minas, o Praia Clube e o Sesc dominam o cenário nacional e abrem pouco espaço para as equipes menores. Os três juntos só perderam sete jogos, quase sempre em confrontos diretos. Destaque para a equipe mineira, que possui 14 vitórias e apenas uma derrota, até fevereiro desta temporada. O time é considerado favorito desde início, como explica reportagem do jornal O Tempo.

Enquanto Santa Catarina e Paraná sonham com resultados melhores no vôlei nacional, os torcedores podem acompanhar de perto esta reta final da disputa. Apesar das cidades de Mafra e de Rio Negro não contarem com times na elite, os representantes desses estados merecem toda a torcida daqui. O sonho é acreditar em uma possível disputa com alguns dos gigantes do vôlei nacional.

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