Desempenho econômico dos municípios do Planalto Norte em 2013 foi o melhor dos últimos 30 anos

Publicado por Gazeta de Riomafra - 19/01/2015 - 00h00

Segundo informações da Associação dos Municípios do Planalto Norte, o desempenho econômico de 2013, que terá seus efeitos econômicos em 2015 foi o melhor dos últimos 30 anos, considerando que os 10 municípios da Amplanorte conseguiram superar o crescimento do estado, o qual ficou na casa dos 10%. A grande parte do excelente resultado pode ser atribuída ao desempenho do agronegócio, com destaque ao cultivo de milho, soja, fumo e ao sistema integrado de aves e suínos. Porém, este resultado não significa que a região não deva buscar investimentos que venham a colocá-la como um novo polo catarinense do agronegócio. É ponto pacífico nas discussões entre os prefeitos da região que a redenção econômica microrregional se dará com a chegada da indústria, o que trará novas oportunidades para o microempreendedor individual – MEI, a microempresa – ME e a empresa de pequeno porte – EPP. A região precisa urgentemente constituir um polo de geração de riquezas em larga escala para que as Prefeituras recuperem a capacidade de investimento com a geração de impostos ocorrendo de forma natural e não somente às custas dos cidadãos.

O ex-presidente da Amplanorte, cita que 2014 foi um ano em que muitos contatos foram feitos e que a região já está sendo vista de forma diferenciada. Menciona o grande trabalho que será feito pelo SEBRAE, voltado aos pequenos empreendedores, com um investimento de 2,8 milhões de reais, que acontecerá a partir de 2015 findando em 2017, sem contrapartida dos municípios, onde a qualificação e a consultoria aos empresários serão os focos, considerando as  novas oportunidades que poderão ocorrer na região.

O atual presidente eleito em 2014 para a gestão 2015, terá como uma das metas buscar investimentos no setor industrial que possibilitem o desenvolvimento regional.

Como funciona a divisão dos ICMS

A divisão do ICMS estadual se dá da seguinte forma: dos 100% arrecadados diariamente, 75% fica para o Estado. Os 25% são rateados entre os 295 municípios obedecendo ao seguinte critério: 15% de forma igualitária e os 85% restantes divididos conforme o valor adicionado de cada município gerado pela produção primária, indústria e comércio, geração e transmissão de energia elétrica, transporte rodoviário e ferroviário e telefonia.

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