Dupla acusada de matar homem no Santo Antônio será julgada dia 27

Publicado por Gazeta de Itaiópolis - 23/10/2011 - 20h31

Para tentar esconder o corpo, a dupla lançou para dentro do poço um estrado de madeira, um banco de madeira, algumas peças de roupas e até um gato, que foi encontrado morto no poço, no dia seguinte

Serão submetidos a julgamento da Corte de Justiça de Itaiópolis, na próxima quinta-feira, 27 de outubro, os denunciados Leandro Makoski conhecido pelo apelido de “Ãndio†e Romerito Carvalho Stelzner, também conhecido pelo apelido de “Nicoâ€, pelo crime de homicídio.

A solenidade de julgamento vai iniciar às 9 horas. Segundo a denúncia do Ministério Público da Comarca, na noite do dia 21 para 22 de maio de 2010 Romerito Carvalho Stelzner esteve na casa de Leandro Makoski, na localidade de Santo Antônio. Antes disso, os dois homens estiveram na casa do sogro do acusado “Ãndio†e ingeriram certa quantidade de bebida alcoólica – “cubaâ€. Já na casa de “Ãndio†ingeriram mais bebida alcoólica. Em certo momento, a vítima José Fernandes de Souza conhecido pelo apelido de “Gadeiaâ€, também compareceu à casa de Leandro, uma vez que morava do outro lado da estrada geral de Santo Antônio, em frente à casa de “Ãndioâ€.

A vítima também já estava embriagada. Todos ingeriram bebida juntos e mais adiante iniciaram uma discussão. De um lado “Ãndio†e “Nico†e de outro “Gadeiaâ€. Todos saíram para fora da casa de Leandro, indo em seguida até a casa de “Gadeiaâ€, em cujos fundos, havia um poço a céu aberto, que não possuía tampa, com alguns metros de profundidade e água no seu interior. A dupla “Ãndio†e “Nicoâ€, em determinado momento, segundo a denúncia, empurraram “Gadeia†para dentro do poço.

O homem morreu vítima de afogamento. Para tentar esconder o corpo de “Gadeiaâ€, a dupla lançou para dentro do poço um estrado de madeira, um banco de madeira, algumas peças de roupas e até um gato, que foi encontrado morto no poço, no outro dia. Na madrugada do crime, segundo a denúncia, “Nico†ainda ateou fogo a uma fronha que havia no interior da casa da vítima, propagando-se o fogo também para uma cama próxima e também para outros objetos. Segundo o MP, não havia qualquer motivo significativo para a dupla empurrar a vítima para dentro do poço, senão causar a sua morte.

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