Na manhã de segunda-feira um caminhão carregado com 40 mil litros de leite ficou encalhado na marginal da BR 116, próximo a antiga empresa Cereagro, no KM 04

A reportagem da Gazeta de Riomafra recebeu ligações telefônicas na manhã de segunda, com reclamações sobre a marginal da BR 116, próximo das empresas Cereagro e Novo Rumo, ante a precariedade da estrada utilizada por dezenas de caminhões que entram e saem diariamente, a serviço para as empresas ali existentes. Um caminhão com 40 mil litros de leite que ficou encalhado, foi o estopim para a revolta de muitas pessoas e mobilização do Poder Público.

Telefonamos ao secretário de Desenvolvimento Urbano, Gutemberg Pereira dos Santos, que explicou apesar da manutenção no local ser de obrigação da AutoPista, somente na última semana três cargas de pedra foram dispostas pelo Executivo naquela marginal. As chuvas constantes são outro fator prejudicial, lembrou o secretário. Mesmo assim, no mesmo dia das reclamações, novamente equipe da Prefeitura foi ao local efetuar reparos.

A pedido da vereadora Carmen Ruthes, na noite de segunda-feira o Plenário apresentou Requerimento solicitando informações ao Executivo e à Concessionária, para a resolução definitiva dos problemas daquela marginal. Carmen disse na Sessão, que desde 2003 vem brigando por melhorias no local. “A AutoPista não está cumprindo com seu papel”, desabafou, dizendo que é triste ver tantas pessoas solicitando melhorias e a Concessionária não atender, lembrando ainda que a iluminação das marginais é outra solicitação constante, e que não vem sendo atendida.

O vereador Milton Antunes disse que por força da licitação, a AutoPista tem até o ano 2013 para pavimentar 500 metros daquela marginal, enfatizando que o ex-prefeito já havia solicitado que sejam ao menos mil metros. Ele sugeriu que o Executivo solicite auxílio da Concessionária, com esta cedendo material necessário para a manutenção daquela estrada.

A implantação de muretas por parte da empresa junto a Rodovia, também foi citada como fator de prejuízos na marginal, porque a água não tem pra onde escorrer.

A Concessionária e a Prefeitura deverão responder ao Requerimento da Câmara, para se saber quais ações serão desencadeadas.