Foram condenados os réus do assalto ao Banco do Brasil de Rio Negro

Publicado por Gazeta de Riomafra - 14/08/2013 - 22h56

 

O assalto aconteceu no dia 13 de maio deste ano e os estragos foram calculados em R$50mil

Na quinta-feira, 8, foram julgados os seis réus do assalto ao Banco do Brasil que ocorreu em maio deste ano, em Rio Negro. O juiz da comarca de Rio Negro, Rodrigo Morillos, considerou os seis culpados e as penas ficaram em torno de quatro anos.

Segundo a sentença judicial, os quatro réus foram presos em flagrante e confessaram o crime – Ailton Dutra Machado, Cristian Antônio Dalmagro, Adão Carlos Martins Graciano e Péricles Adriano. Já os outros dois, foram presos na cidade de Campo Tenente e negaram qualquer envolvimento com a ocorrência – Diego Antunes Corrêa e Jonantan Sanocki.

Foram utilizadas como provas, um DVD contendo imagens das câmeras de segurança da agência do Banco do Brasil, de Rio Negro, apreensão de um kit maçarico completo, contendo uma mochila grande, um cilindro de oxigênio, um botijão pequeno e mangueiras. Também nos dois carros, Sandeiro e C3, usados para o assalto foi constato perfuração por disparo de arma de fogo e encontrado um bilhete com os números telefônicos dos assaltantes envolvidos no caso.

Os prejuízos para o banco ficou ficado em R$50mil para reparação dos danos, o valor a ser pago pelos seis condenados, solidariamente, em favor do Banco do Brasil.

Relembrando

Em maio, um vigilante procurou a Polícia Militar de Rio Negro informando que quando foi verificar o Banco do Brasil, percebeu que na porta havia um papel que impedia que ela fechasse e ainda visualizou algumas câmeras voltadas para a parede.

Sabendo que este tipo de atitude se trata de uma preparação para arrombar caixas eletrônicos o policial acionou o Serviço Reservado da PM tanto de Rio Negro quanto de Mafra, além da equipe do Pelotão de Patrulhamento Tático e policiais civis de Mafra.

Os policiais reservados iniciaram o monitoramento do Banco e em determinado momento, por volta das 01h10min, dois veículos estacionaram ao lado do Banco, um da marca Citroen, modelo C3, preto e outro da marca Renault/Sandero, preto. Desceram deles quatro pessoas e entraram no Banco. Ao avistar a entrada dos indivíduos, a equipe reservada acionou as equipes de RPA e Tática. Quando a equipe Tática chegou à esquina do banco, os indivíduos saíram dele correndo e o veículo C3 fez a volta e efetuou disparos contra os policias, como resposta os policiais atiraram contra o veículo C3 e os indivíduos que estavam correndo. Na esquina das ruas Doutor Vicente Machado e Alfredo de Almeida próximo ao Cartório, os meliantes dobraram e resolveram se render, o veículo C3 dobrou a esquina e uma viatura policial iniciou o acompanhamento tático.

Os detidos foram revistados e constatou-se que dois dos quatro estavam feridos por disparos de arma de fogo, sendo acionado o Corpo de Bombeiros para atendê-los e os encaminharam ao pronto atendimento para depois serem conduzidos à Delegacia. Os presos foram Adão Carlos Martins Graciano; Péricles Adriano Silveira; Cristian Antonio Dalmagro (baleado no braço) e Ailton Dutra Machado (baleado nas costas). Depois do reconhecimento foi feito o isolamento do local e acionada a perícia, oportunidade em que a polícia já foi informada de que os baleados passavam bem e que haviam sido encaminhados para a Delegacia Civil de Rio Negro.

O delegado Regional de Polícia Civil, Sivanei de Almeida Gomes, passou o dia de ontem ouvindo os acusados e testemunhas do caso, não podendo prestar atendimento à reportagem.

Posteriormente, foram presos Diego Antunes Corrêa e Jonantan Sanocki, em Campo Tenente, com os carros utilizados no assalto e equipamentos para arrombar caixas eletrônicos.

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2 comentários publicados
  1. David Petters

    Muita eficiência na captura dos meliantes,pelo orgão policial e celeridade da justiça na consequente condenação dos reus. Em poucos meses se concluiram os procedimentos legais; Bom seria , analogicamente falando, se o mesmo viesse acontecer com relação às ações delituosas envolvendo os autores do chamado “crime do colarinho branco”, caso típico dos integrantes no escândalo do Mensalão.O Mensalão, um fato por demais perspícuo, até quando será procrastinado?

  2. Observador

    4 anos,,,como não é crime hediondo….. e bla bla bla……

    leia-se ,,,,no máximo 6 meses em regime fechado ( 1/6 da pena)

    Como foi em maio…..em novembro eles podem voltar a trabalhar e se derem sorte terão um natal gordo…….

    rsrs,,,braziuziuziuuuu

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