Além de atrativos naturais, Rio Negro possui belos pontos turísticos

Publicado por Gazeta de Riomafra - 14/11/2011 - 22h35

Rio Negro é um município de grande riqueza cultural e natural, onde é possível encontrar diversas atrações e pontos turísticos, por exemplo, encontra-se em Rio Negro o menor cemitério do mundo, constando até mesmo no Guiness Book, o livro dos recordes. O cemitério está localizado na Fazendinha. Dois dos principais marcos da cidade são o Parque Ecoturístico “São Luís de Tolosa” e a Ponte Metálica “Dr. Diniz Assis Henning”. Conheça um pouco mais sobre esses grandes pontos de Rio Negro:

Ponte Metálica “Dr. Diniz Assis Henning”

A Ponte Metálica que liga as duas margens do rio Negro foi inaugurada em 22 de novembro de 1896. Porém, ela foi restaurada e reinaugurada no ano 2000, com o nome de Dr. Diniz Assis Henning. Foi construída nos estaleiros da Compagnie Dyle et Baccalan, em Louvain, na Bélgica, e levou apenas um ano para ser montada, entregue e erguida sobre o rio Negro, no governo de José Pereira dos Santos Andrade.

As medidas oficiais da ponte são as seguintes: 71,46 metros de comprimento, 7,00 de largura e 8,10 metros de altura, tendo custado aos cofres do estado a quantia de 266 contos, 728 mil e 228 réis.

Essas medidas são famosas, pois a ponte é mais curta que os taludes que margeiam o rio Negro. Até hoje não se sabe ao certo qual a razão de tal erro. Alguns dizem que foi erro de engenharia, pois mediram a distância das margens pelo leito do rio. Outra versão, folclórica, é a de que para a Bélgica foram enviadas medidas erradas. Essa versão folclórica apresenta a famosa história da troca das pontes.

Segundo tal versão, a ponte que era para ser do rio Negro foi enviada para um rio homônimo existente na África e a de lá, mais curta, veio parar no Paraná. Até hoje não se sabe a verdade.

A Ponte Metálica “Dr. Diniz Assis Henning” já é tombada pelo Conselho Estadual de Cultura da Fundação Cultural do estado de Santa Catarina.

Parque Ecoturístico “São Luís de Tolosa”


O responsável pela instalação do Seminário para Rio Negro foi o Cônego José Ernser e a pedra fundamental foi lançada em 1918, sendo a construção concluída e inaugurada em 03 de fevereiro de 1923. A construção tem um estilo alemão e é constituída de uma frente principal entre duas alas, com três torres. Uma ala era utilizada para o Teatro e a outra para a Capela. Durante o funcionamento do Seminário, mais construções foram se agregando a ele, como a oficina que fica atrás do bloco central e onde funcionava a lavanderia, padaria e oficina. Mais afastado, quase na base da colina, situava-se a Casa Branca, onde se hospedavam os pais de internos que visitavam os filhos.

A área total de construção do prédio é de 8.000 m², a oficina 1.165,60 m² de área construída e a Casa Branca de 196,85 m². Entre os que ali estudavam, tem-se o Arcebispo Dom Evaristo Arns e o polêmico padre Leonardo Boff, entre outros. Em 1970 o Seminário, por diversos motivos, entre eles poucos recursos financeiros, encerrou as atividades. Seus alunos foram absorvidos pelo Seminário da Província Franciscana. Em 28 de abril de 1997, pelo decreto n° 022/97 e pela administração do prefeito Ary Siqueira, é criado o Parque Ecoturístico Municipal “São Luís de Tolosa” e, atualmente, é lá que funciona também a Prefeitura Municipal de Rio Negro.

A antiga “Casa Branca”, usada pelos franciscanos como casa de hóspedes, passou a abrigar atualmente o Centro Ambiental, voltado a desenvolver estudos e pesquisas da flora e fauna locais, oferecer informações e atividades na área ambiental para integração da comunidade com os recursos naturais do parque. Outro destaque vai para as trilhas do parque, com aproximadamente 4.830 metros. Uma parte era usada pelos antigos franciscanos, foi recuperada e é utilizada para passeios, caminhadas e visitação turística. O restante das trilhas está em estado natural e são utilizadas para o turismo ecológico e para a educação ambiental, com atividades monitoradas pelo Centro Ambiental.

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4 comentários publicados
  1. Mafrense

    Vocês ainda tem este parque lindo, onde os Mafrense usam nos fins de semana, pois Mafra não tem um lugar assim.

  2. Mafrense

    Concordo com os comentários dos colegas, o que foi que mudou na cidade de Mafra? Outros municípios crescem, aqui não tem desenvolvimento.
    Os jovens estão pelas ruas, não existem um local para os meninos jogarem uma bola, andarem de bicicleta, patins, skate ou jogar um vôlei.
    Os parques estão quebrados novamente e cadê o dinheiro do IPTU sendo usado em benfeitorias na cidade.
    Porque será que o povo não votou em um representante da nossa região?

  3. Marcos Holtz

    O problema é que jamais tivemos um prefeito que se interessasse e representasse o município como merece. A cidade é órfã neste aspecto. Todos, como até hoje, são e foram meros figurantes e seus interesses se limitam a se contentar apenas com o “distintivo de monitor”, como numa escola do passado, cuja lembra a própria cidade. Estagnada no tempo. É triste admitir isso da minha cidade.

  4. Anonymous

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk é só mostrar a situação do hospital da cidade que nenhum turista nem ninguem vem para cá, vão ficar com medo de ficar doente e não ter atendimento, para ter turismo é preciso ter uma boa infraestrutura, agora acha que é só enfeitar a cidade e pronto, por fora é bonita, mas só quem vive aqui sabe o hospital que tem, a segurança que tem, uma das únicas coisas que se salvam é a educação, que o resto é uma vergonha.

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