
Na quarta-feira (11), um grupo de servidores do patrimônio público, efetivos da Prefeitura de Mafra, que atuam na proteção dos prédios/construções municipais, tais como Prefeitura, escolas, Secretarias Municipais, cemitério e Centro de Serviços, entre outros, foram até a Câmara de Mafra e entregarem ao presidente da casa uma série de questionamentos e reivindicações da classe, que luta por melhores condições de trabalho e pela resolução de problemas trabalhistas, como o fato de trabalharem mais do que o estipulado para seus cargos e sem o pagamento de horas extra. Além disso, eles questionam algumas incoerências, tais como o porquê de terem que trabalhar em finais de semana e feriados se o estatuto não considera suas atividades como essenciais.
O presidente da Câmara Edenilson Schelbauer afirmou que já está sendo encaminhado à Prefeitura um requerimento de sua autoria, no qual solicita informações e providências relativas à classe dos vigias, anexando o documento elaborado pelo representante dos servidores, o qual contém a relação das supostas irregularidades e dificuldades enfrentadas no ambiente de trabalho desta importante categoria profissional.
O presidente explicou também que a Câmara pode auxiliar os vigias fazendo um trabalho de representação, visto que a elaboração de leis para resolver estas questões teria necessariamente que ser de iniciativa do prefeito, já que os vigias são servidores da Prefeitura.
Foi convidado para participar da reunião o ouvidor do município, Juarez Rodrigues de Lima, o qual reuniu os assuntos da pauta de reivindicações dos vigias, que será entregue ao chefe do poder executivo. O ouvidor garantiu para a próxima quinta-feira, dia 19, uma posição do prefeito referente às reivindicações.
Semanas atrás os vigias estiveram na Câmara, usando a tribuna e fazendo questionamentos e reivindicações, porém ainda não tiveram respostas efetivas do poder público. Porém, esperam agora ter uma resposta e solução para suas indagações e reivindicações.
