
A suspensão do serviço de atendimento pediátrico pelo Hospital São Vicente de Paulo – HSVP, noticiado em primeira mão na Gazeta de Riomafra, foi tema na Câmara de Vereadores na sessão da segunda-feira (01).
Foi solicitado que seja organizada uma reunião nesta segunda-feira (08), às 15h, com representantes do Hospital, da Secretaria Municipal da Saúde, da Maternidade Dona Catarina Kuss, da Secretaria de Estado da Saúde, Gerência Regional da Saúde e vereadores. O objetivo de reunião é mediar uma solução para que não haja a paralisação no atendimento pediátrico no HSVP. Muitos populares tem se manifestado em parar de contribuir na conta de luz caso o hospital pare mesmo de prestar o atendimento pediátrico.
Nossa reportagem conversou com a gerente da Regional da Saúde, Tailine Ribas, que informou que está agendando uma reunião com a Secretaria de Estado da Saúde para definir os encaminhamentos a serem tomados quanto a esta situação.
Entenda o caso
Em correspondência enviada a Secretaria de Estado da Saúde a direção do Hospital São Vicente de Paulo informou que os atendimentos de pediatria serão mantidos somente até o dia 30 (terça-feira) de junho indicando que a partir do dia 01 (quarta-feira) os atendimentos sejam realizados pela Maternidade Dona Catarina Kuss – MDCK.
Na correspondência a direção do Hospital, informa que a decisão foi tomada em reunião de diretoria e do conselho fiscal no dia 04 de maio por motivos anteriormente expostos ao secretário Estadual da Saúde, João Paulo Kleinübing, e ao secretário Adjuntos da Secretária, Dr. Murilo Capella, durante visita ao Hospital no mês de fevereiro.
A direção do HSVP aponta a dificuldade de fechar escala de dobre aviso de médicos pediatras, devido a maioria estarem lotados na MDCK com escalas de plantão e sobreaviso. Cita ainda não ter como justificar reformas necessárias na área destinada a internação pediátrica, devido ao pequeno número de internações. Destaca a necessidade de priorizar os atendimentos de média e alta complexidade de adultos nas especialidades de cardiologia, neurocirurgia e traumato/ortopedia, visando a obtenção de recursos para investimentos como para o custeio para estes serviços.

Eu como mãe, fico entristecida com a notÃcia, pois estou internada com meu filho em Curitiba já fazem mais de 6 meses e agora que meu filho está estável mas ainda não pode ir para casa, não tenho o hospital de Mafra para recorrer, e tenho que depender da boa vontade do hospital de Rio Negro pra poder ficar mais perto de casa. Isso é uma pouca vergonha para o municÃpio !!!!
Ok, se alguém puder me explique um pequeno detalhe!
qual o valor que a prefeitura repassa para o hospital?
qual o valor que o estado repassa para o hospital?
o centro de diagnóstico de imagem, não foi o estado quem providenciou?
porque agora que já está garantido os repasses tanto municipal como estadual, e todo do CDI, montado
querem parar de prestar serviços para a população, que muito contribuem com a doação na conta de luz..