
Leandro Schwaiga
A gerência regional da Fatma em Mafra conseguiu em pouco mais de um ano, colocar em dia mais de mil processos que estavam emperrados por falta de análise ou documentação. Otimizando ações e dinamizando os atendimentos, os técnicos do órgão conseguiram diminuir a quantidade de pedidos e outras solicitações atrasados, ao mesmo tempo em que resolviam as situações do dia-a-dia.
Quando assumiu a gerência regional de Mafra, em março de 2012, o engenheiro ambiental, Leandro Schwaiga e toda sua equipe técnica encontraram diversas situações complicadas. As mais complicadas, segundo Leandro, foram as questões de estrutura física e falta de pessoal. “O espaço que tínhamos para trabalhar era muito precário e o principal fator negativo era a falta de técnicos para análise ou andamento dos processos”, explicou.
Foram várias tratativas para solucionar os problemas e, após conversas com a presidência e diretoria da Fatma, optou-se pela construção de uma nova sede para a Regional de Mafra. Como a construção seria a longo prazo, o secretário regional de Mafra, Wellington Bielecki, disponibilizou uma ala da sede da SDR (Secretaria de Desenvolvimento Regional) e desde setembro a regional da Fatma está instalada no local, que é bem mais amplo, com melhor acesso à população, além de dar uma maior motivação para os servidores.
Dos mais de 1,2 mil processos parados que haviam no inicio da gestão, 700 eram de empresas que estavam deixando de investir, gerar empregos e de arrecadar para a região. Como o objetivo do governador Raimundo Colombo é dar velocidade aos processos, foi conseguida a liberação para contratação de novos técnicos para Mafra. Com isso, houve a redução dos atrasados e hoje são pouco mais de cem processos que estão atrasados, mas não parados, conforme explica o gerente.
Na área de vegetação que tem 400 processos parados e mais da metade é de averbação, os casos serão resolvidos com a implantação do CAR (Cadastro Ambiental Rural). Os demais processos estão recebendo auxílio das regionais de Canoinhas e Joinville. “Conseguimos formar um mutirão para baixar estes processos também, além de existir a possibilidade de alguns processos serem repassados aos municípios para a liberação”, destacou o gerente Leandro Schwaiga.
