
A Maternidade Catarina Kuss em Mafra não realiza mais atendimentos particulares e nem por convênios, esta foi a informação obtida pela reportagem da Gazeta.
A medida teria vindo do Governo do Estado há cerca de 20 dias, e tem causado indignação entre os médicos que atendem na referida Maternidade, que estão inclusive entrando com mandado de segurança, já que têm tido cerceamento de exercÃcio da profissão.
Apenas usuários do SUS poderão ser atendidos, sendo que há vários casos de pacientes particulares tiveram que também obter seu direito através de mandados de segurança.
Obstetras, pediatras e anestesistas que atendem há anos na Maternidade de Mafra têm achado a determinação absurda, e devem se manifestar em breve sobre o assunto.
Entramos em contato com a direção da Maternidade, que disse não poder dar entrevista por telefone, desta forma agendaremos nos próximos dias um novo contato.
Alguns questionamentos ficam como, por exemplo, a receita da Maternidade sem os atendimentos particulares, deverá ser suprimida? Estaria faltando leitos para os pacientes do SUS? Por que o Governo do Estado teria tomado esta decisão, visto que a Maternidade Catarina Kuss é referência a nÃvel estadual em atendimentos?

Eu apoio a decisão também, como pretinho basico falou se o povo paga é para o povo, assim acaba essa folia da mulherada so marcar particular pq quer cessária pra não sentir dor, a francamente, não quer sentir dor então nem engravide, se não pode passar por todos os estágios da gravidez como uma mulher forte, então nem pense nela. Acho q assim que é atendido pelo sus será até melhor atendido.
Apoiado. Não sei de quem partiu a decisão. Mas em Joinville, no Hospital Regional, somente são atendidos pacientes pelo SUS. Não se aceita pacientes de convênios ou particular. Se o hospital ou a maternidade são públicos, quer dizer pagos pelo povo, devem servir ao povo sem custas.
Claro que os senhores médicos, sem esse privilégio, perdem muito. Porque usam as estruturas da Maternidade Catarina Kuss para encherem os seus bolsos.
E viva nóis…