A medicina tradicional natural, também chamada de naturopatia, e as práticas integrativas e complementares baseiam seus tratamentos na aplicação de métodos e recursos totalmente naturais com a finalidade de preservar ou recuperar a saúde e ajudar o corpo a eliminar as sobrecargas tóxicas, curando a si mesmo.
O objetivo principal do projeto é fazer com que a medicina integrativa venha complementar a medicina tradicional, e não substituí-la, tendo como meta a promoção do bem-estar dos pacientes. O projeto já funciona em mais de 1.200 municípios brasileiros, sendo que o primeiro passo para implantar em Mafra era torná-lo legal, o que aconteceu na ocasião. De agora em diante, cabe a Prefeitura regulamentar e implantá-lo em Mafra.
Para efeitos de aplicação, são reconhecidas como medicina tradicional natural, de acordo com a Organização Mundial de Saúde, as práticas denominadas como acupuntura, homeopatia, osteopatia, naturopatia, fitoterapia, quiropraxia, engenharia de nutrição, naturopática e termalismo/crenoterapia.
Pastoral da Saúde fala sobre benefícios das práticas integrativas
A coordenadora da Pastoral da Saúde, Cecília Pasdiora (foto), usou a tribuna do legislativo e falou sobre as metas da organização no sentido de levar adiante o projeto da implantação da medicina natural e das atividades integrativas no SUS.
Complementando a fala da dona Cecília, inúmeros benefícios do uso das práticas foram destacados por Casemiro Konkel, pós-graduado na área. Ele apresentou um vídeo com um profissional renomado na área, falando sobre como a medicina integrativa pode auxiliar na melhoria da qualidade de vida dos pacientes, inclusive aqueles que passam por tratamentos oncológicos.
Outro ponto apontado foi à questão da economia, tendo em vista que com o uso da medicina natural e das atividades integrativas muitas doenças podem ser prevenidas ou minimizadas, reduzindo desta forma os custos com remédios e tratamentos mais caros.
