Negado ‘Berçário’ para criança menor de seis meses em Mafra

Publicado por Gazeta de Riomafra - 18/03/2013 - 12h00

A professora Natália Alves Leandro, moradora das proximidades do Hospital de Mafra e que ministra aulas no vizinho município de Rio Negrinho, efetuou regularmente a matrícula de seu filho hoje com quatro meses e meio de idade, junto ao CEI “Anjo da Guardaâ€, isso já no prazo determinado, em dezembro último.

Ela relatou à nossa reportagem que sua Licença Maternidade expira no próximo dia 18 (segunda-feira) e até então não conseguiu vaga em Berçário para seu filho, que tem 04 meses e meio.

De acordo com ela, em contato com os Órgãos competentes a resposta que obteve foi de que o menino não tem idade para ser matriculado em na Educação Infantil, já que a Prefeitura possui uma Resolução do ano 2010, determinando a idade mínima de seis meses de idade para o ingresso em Berçário, o que, segundo ela, contraria a Lei de Diretrizes Básicas e a própria Constituição Federal.

A direção da Creche Anjo da Guarda inicialmente lhe disse que não havia vagas e depois foi informada sobre a Resolução.

Ela conta que procurou a secretária Municipal de Educação, Solange Takayama, que lhe falou sobre a Resolução e, inclusive, chegou a sugerir que a mesma deixasse a criança com parentes ou pagasse alguém para cuidar da mesma, numa das oportunidades, inclusive, desligando o telefone quando Natália buscava, novamente, solução para o seu problema. Teria a secretária, ainda, dito que se o Ministério Público intervir no cargo irá simplesmente responder que não há condições de colocar o bebê em qualquer Berçário do Município, o que restou confirmado pela secretária em entrevista posterior.

Além de haver procurado o Ministério Público, a professora procurou também o Conselho Tutelar, pois mora sozinha com uma filha de sete anos e o bebê José Leandro Grossl e, se tiver que parar de trabalhar, irá colocar as crianças em risco, haja vista não poder arcar com as despesas para custeio, estando sem salário. “No meu entender, como mãe e como professora, as crianças de zero a seis meses estão sendo excluídas de seus direitos, com a Resolução evitando maior procura por vagas, principalmente por pessoas que não conhecem as Leis Federaisâ€, disse.

Natália não consegue amamentar seu filho e, somente com o leite do mesmo, investe cerca de R$ 400 ao mês. “Se eu não puder sustentar meus filhos por ser obrigada a pedir exoneração do meu cargo, quem irá me ajudar ou vou ter que pedir auxílio na Ação Social?†– indagou.

Entende Natália Leandro que este problema não é apenas dela junto ao Município, porque indústrias locais, em grande maioria, somente liberam quatro meses para que a gestante receba o Salário Maternidade. “Estão extinguindo os direitos das crianças, garantido pela Constituição de 1988 e pela Lei de Diretrizes Básicas, de 1996â€, aponta, destacando que chegou a ouvir de funcionária da Educação em Mafra, que “existem algumas leis Federais que não se aplicam no Município, ou seja, lei Federal não que não vale no Municípioâ€.

Natália salienta que há um pouco de má vontade por parte da Administração e as mães se acomodam, até porque são induzidas a acreditar que a Resolução se sobrepõe à lei maior.

“Eu trabalho, preciso de uma Creche para o meu filho para poder manter meu empregoâ€, falou a professora, enfatizando que a lei prevê prioridade para mães desempregadas, já que as crianças recebem alimentação durante todo o dia.

Cita, também, a questão dos estagiários que não haviam recebido até o início de março e que foram demitidos, em sua maioria. Ela lembra que estagiário não responde por quaisquer atos em sala de aula, ao contrário do professor, e pergunta porque não são chamadas pessoas que tiveram aprovação em processo seletivo realizado em dezembro. “Há professoras que trabalhavam de dez a doze horas por dia, sem as estagiáriasâ€.

Segundo a queixosa a diretora da Creche Anjo da Guarda lhe disse que se tivesse apenas uma sala a mais na Instituição, poderia abrir mais vagas para o Berçário.

A falta de fiscalização por parte da Administração Mafrense é outro fato apontado por Natália Leandro. Ela disse conhecer mães que residem em Rio Negro e trazem seus filhos para Escolas de Mafra, como acontece inclusive no CEI Anjo da Guarda. “A secretária Solange me disse que eles não têm como controlar essa situaçãoâ€, enfatizou e, em tempo, disse também que muitos pais veem a Escola como depósito de filhos, que lá recebem alimentação e aprendem algo pontual.

“Hoje eu estou em uma situação que não sei o que vou fazer, não posso perder o emprego porque preciso manter os meus filhos e não posso deixá-los sozinhos em situação de riscoâ€. Com esta afirmativa Natália disse que, embora o Ministério Público e o Conselho Tutelar devam intervir em seu caso, de modo que seu filho tenha garantida a vaga, a saída mais rápida que possui é ingressar com um Mandado de Segurança. Ela diz que chegou a solicitar pelo menos vaga para meio período, já que há uma vaga nesse horário (manhã) no “Anjo da Guarda†e que, dessa forma, poderia pedir para sua vizinha, que conhece muito bem, cuidar também do bebê, à partir das 14h, assim como já cuida de sua filha com sete anos de idade. Mesmo assim, mais uma vez a vaga foi negada. “Se há onze crianças pela manhã e treze à tarde, porque meu filho não pode ficar pelo menos durante a manhã, já que o quadro funcional é o mesmo?â€.

Há ainda a questão de a secretária haver lhe informado que o Executivo ‘perdeu’ o Contrato de Licitação dos Estagiários, motivo pelo qual não podia pagar, até que o Tribunal de Contas autorizou o pagamento, “não sabe de que formaâ€.

Destacou, igualmente, estar indignada com a situação e com a Prefeitura. “Participei de todo o processo para que meu filho tivesse seu direito garantido, para finalizar em uma tentativa frustrada?â€.

Outra situação que frustrou a mãe foi o fato de a própria secretária de Educação dizer que a Prefeitura recebeu dinheiro para construção de duas Creches, mas não soube responder onde estão tais Instituições. “Quero saber onde estão as Creches, já que veio o recurso para construçãoâ€, relata.

Natália forneceu cópia de toda documentação apresentada e também de uma declaração fornecida pela Secretaria de Educação, assinada pela secretária Solange e pela coordenadora de Educação Infantil, Roseli Terezinha Rodrigues de Souza, na qual informam que o bebê possui idade inferior ao limite mínimo (06 meses) e que não pode ser matriculado neste momento, “porém assim que obtiver idade para ingresso, estaremos incluindo-o no processo do aguardo da vaga†– que dizem ter sido elaborado pelo assessor Jurídico da Prefeitura. “Eu pedi esta declaração para poder ingressar com o Mandado de Segurança, porque não tenho garantia de que meu filho possa frequentar a Instituição e também não posso ficar desempregada para que ele alcance seis meses de idadeâ€, desabafa Natália, lembrando que se pedir para sair de sua vaga de professora, somente poderá retornar ao cargo no próximo ano, ficando durante esse tempo, sem condições de sustentar seus filhos e a si própria.

O que diz a Lei de Diretrizes Básicas

Nossa Redação foi em busca do que diz a LDO e também a Constituição Federal de 1988.

A Lei de Diretrizes Básicas é direta ao afirmar o direito adquirido das crianças em frequentarem o Berçário/Creche. Acompanhe trecho da Lei que institui a obrigatoriedade:

…

LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996.

Seção II

Da Educação Infantil

Art. 29. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.

Art. 30. A educação infantil será oferecida em:

I – creches, ou entidades equivalentes, para crianças de até três anos de idade;

II – pré-escolas, para as crianças de quatro a seis anos de idade.

Art. 31. Na educação infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental.

Secretária de Educação apresenta sua versão

Ouvida por telefone pela nossa reportagem, a secretária de Educação, Solange Takaiama, citou que não pode mesmo oferecer vaga para José Leonardo, porque o mesmo não tem seis meses de vida e a Resolução do Conselho Municipal de Educação institui seis meses como idade mínima para ingresso em um Berçário.

Disse, ainda, que assim como o bebê de Natália, outros sete estão inscritos junto à Secretaria e na mesma situação.

Indagada sobre a Resolução não poder ter maior efeito que as Leis Federais, Solange disse que pediatras e a própria Assessoria Jurídica colocam que a idade de zero anos é até que se complete o primeiro ano de vida. “Uma criança com seis meses ainda tem zero anosâ€, disse a secretária.

A secretária Solange, indagada sobre como a mãe fica nessa situação, além de afirmar que a mesma deve procurar uma saída, chegou a citar que não houve planejamento da mãe para ter seu filho, como se Natália pudesse escolher quando gerar uma criança. Solange ainda confirmou que perguntou se a mãe não podia deixar a criança com algum parente ou pagar alguém para cuidar e disse, também, que realmente desligou o telefone enquanto Natália falava, “porque ela estava falando alto, em tom de desacatoâ€. Citou que chegou até mesmo a pensar em registrar queixa por desacato a funcionário público e, perguntada sobre o desacato e o fato de ela haver deixado a mãe falando sozinha ao telefone, a secretária não respondeu.

Com relação ao Ministério Público, Solange Takayama disse que se o promotor de Justiça intervir no caso e for contra a decisão, não é mais necessário haver o Conselho Municipal de Educação que, segundo afirma, desenvolve um trabalho muito sério. Para ela, seria como se o Ministério Público estivesse humilhando os membros do Conselho.

Com relação ao sumiço do Contrato de Licitação para pagamento de estagiários, a secretária disse que realmente o mesmo havia desaparecido, mas também não poderia ser pago o mês de janeiro e o de fevereiro, porque o mesmo já estava vencido.

Por várias vezes perguntamos se a situação não seria revertida e citamos o caso de a mãe abandonar o emprego só por causa da não liberação de vaga no Berçário, mas a secretária Solange se demonstrou irredutível, afirmando que está “trabalhando em cima do que diz a Resoluçãoâ€.

Finalizando a entrevista, mais uma vez indagamos se não seria dada a oportunidade de vaga ao filho de Natália e a resposta foi negativa. “Quando a criança fizer seis meses vamos verâ€, concluiu a secretária.

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25 comentários publicados
  1. NATALIA

    ANTES QUE SE PROPAGUE COMENTÃRIOS MALICIOSOS SOBRE MINHA VIDA QUERO DEIXAR CLARO, QUE O PAI DO MEU FILHO CUMPRE TODAS SUAS OBRIGAÇÕES DE PAI.

    E VOU PARABENIZAR A IGNORÂNCIA DE ALGUMAS PESSOAS AQUI, QUE CONSEGUIRAM MUDAR O FOCO DA ENTREVISTA. O FOCO PRINCIPAL É A CONTRADIÇÃO QUE Hà ENTRE A RESOLUÇÃO MUNICIPAL E UMA LEI FEDERAL.

    EU, AO CONTRÃRIO DE MUITOS MAFRENSES, NAO SOU COVARDE E NAO TENHO MEDO DE CERTOS POLITICOS QUE AGEM DE Mà FÉ.

    ACREDITO EU QUE A PREFEITURA DE MAFRA ESTA COM AS LINHAS TELEFONICAS CORTADAS, PORQUE ATÉ O DIA DE HOJE AGUARDO UM RETORNO DA SECRETÃRIA DA EDUCAÇÃO, DO PROCURADOR DR. MARCELO, E DO NOSSO PREFEITO ROBERTO SCHOLZE.

    AH MAIS UMA COISA, A ASSESSORIA JURÃDICA DA PREFEITURA SÓ TEVE CONHECIMENTO DO CASO NA ÚLTIMA QUARTA FEIRA DIA 20 DE MARÇO, POIS EU FUI PESSOALMENTE A PREFEITURA E CONVERSEI COM O DR MARCELO, ATÉ AQUELE MOMENTO ELE NAO TINHA CONHECIMENTO DO CASO.

    QUERO SABER QUEM DISSE ISSO ENTÃO: ????????? COMO SE ELES NAO SABIAM DE NADA???

    TEM MUITAS COISAS ERRADAS ACONTECENDO SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER….

    AGRADEÇO A TODOS OS COMENTÃRIOS, E PEÇO A TODOS OS MAFRENSES QUE FISCALIZEM MAIS…

    AHHH EU CREIO QUE ALGUÉM DA PREFEITURA AINDA VAI ENTRAR EM CONTATO COMIGO, NEM QUE SEJA PRA LEVAR O CARNÊ DO IPTU NA MINHA CASA KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    QUE DEUS NOS ABENÇOE…

  2. Bianca

    Sempre quiz ter filhos mas o que me impedia era onde vou deixar para poder seguir minha carreira de trabalho.
    Mas agora ja tenho a resposta…..Prefeitura…
    Prefeitura tem que assumir filhos dos outros, então galera…podemos fazer filhos..pois temos a prefeitura que cuida deles.. sendo assim posso fazer 2..3…10 quantos for…ganho pensao e ainda a prefeitura cuida deles para nós…e ate podemos ganhar Bolsa Familia e Vale alimentação….Tudo por orgãos Governamentais…..Portanto o serviço é somente…ABRIR….fazer e segurar 9 meses…..Não é ótimo?????

  3. arlindo

    Rio de Janeiro
    SME – Secretaria Municipal de Educação
    EDUCAÇÃO
    Como efetuar a matrícula para as creches da Prefeitura?

    Para realizar a inscrição nas creches, os responsáveis devem se dirigir até a unidade desejada, durante um período pré-determinado pela Secretaria Municipal de Educação, levando certidão de nascimento da criança e a documentação que comprove situação diferenciada dentro das prioridades legais estabelecidas em Portaria da Secretaria Municipal de Educação, publicada a cada novo período de matrícula. Poderão ser inscritas nas creches municipais crianças de seis meses até três anos e meio.

  4. faz agora quero ver!

    a cidade tem aquilo que mereçe!!!agora proximas eleições vão lá com bandeiras e peguem o prefeito no colo vão fazer carreatas e depois tem gente que votou no cara depois vem reclamar aqui!!!quando andava de carroça pedindo voto estava avisando o que poderia acontecer.

  5. Marcos

    Povo Mafrense tão reclamando de quê? Não foi esse PREFEITO que vocês escolheram?

  6. Professora 2

    Pois é…. interessante… apela-se para os direitos da criança como se fosse mais fácil de conseguir a vaga, mas em nenhum momento fala-se do Direito da mãe em ter 6 meses de licença, o que já foi e muito bem definido pelo governo, e que poucos quase que raros, dão este direito. Qual mãe não quer ficar com seu filhinho ainda tão bebezinho em licença… e os direitos enquanto mãe em se valer da licença de 6 meses de maternidade? Culpar creches, vagas é muito fácil…

  7. STIVE

    Parabéns senhores machistas e hipócritas viva a ignorância e como disse o cantor ” vamos celebrar a estupidez humana”. Devem ser da mesma turminha que diz que quem não pode pagar apostila que va pra outra escola(mesmo a escola sendo pública). VERGONHA

  8. Paulo

    A Mãe tem razão em alguns pontos, em correr atrás de uma vaga para seu filho, visto trabalha, que mora em Mafra e próximo da escola.
    Más e o Pai das crianças onde entra a responsabilidade dele??? Só culpar a prefeitura, a diretora ou a secretária não dá. Imagina se todo mundo vir chorar suas lamentações e dificuldades aqui, vai ficar uma tristeza só.
    Rio Negro só investe em asfalto e creches não tem, aí vem o pessoal de Rio Negro tirar vagas do pessoal de Mafra. Resumindo, aqui só tem buraco e ainda perde-se vagas nas creches pra Rio Negro !! Existe um critério para preenchimento de vagas que prioriza quem mora próximo da escola, então como justificar pessoas de longe, de município vizinho ocupar vagas de creches em Mafra??

  9. Luis

    Esse fato nos remete a uma análise fria do caso, em que isentamos com nossa humilde opinião o poder público. Consta na entrevista ao duosemanário da refrida mãe que ela mora sozinha com as duas crianças, uma de 07 (sete) anos e outro o bebê de quatro meses: “palavras da reclamante”. Ela conhecendo das suas limitações de tempo para cuidar da menor, que durante meio período fica com a viznha e outro na escola para que ela possa desenvolver sua atividade como docente em outra cidade, também da limitação financeira, não deveria ter refletido melhor sobre uma segunda gravidez? Em minha análise vejo um agravante: a reclamante é professora, entende-se uma pessoa com formação e informação. Antes de emitir esta, li alguns comentários e pude perceber a ingenuidade de algumas. Em uma delas observei que uma mãe, não encontrando vaga se manifestou dizendo que no vizinho município foi recebida de braços abertos pela escola em que seu filho está. Esse me fez rir, pois sabemos que ela pode ter sido recebida com o mesmo respeito e educação dispensado pelos educadores mafrenses. Essa pessoa realmente desconhece o quanto se prima pela Educação em Mafra.
    Poderíamos aqui cogitar muito mais a respeito da polêmica. Fica aqui algo pra se pensar; Nosso Mentor Maior quando nos tempos bíblicos disse; Povoai a Terra; Crescei e Multiplicai-vos, referia-se a época, pois a população era pequena em relação ao imenso Mundo a ser descoberto. Finalizando, pergunto: SERà que com menos de R$ 5,00 esse problema, a reclamante não teria resolvido?

  10. André

    Legal ! Vou ter uma porção de filho e já com 3 meses de idade vou entregar para a prefeiura cuidar !! Ôba !

  11. Professora

    Todos os argumentos são válidos, cada lado da questão tem sua razão, mas estão esquecendo do mais importante, “as duas crianças”, como a outra que segundo a reportagem e a própria declarante tem 7 anos fica em toda essa situação? Com quem fica essa criança no outro período? Ou ela vai o dia todo para a escola? E os direitos desta outra criança de estar em segurança? Embora o Estatuto da Criança e Adolescente e a própria LDB favorece a mãe, existe outros aspectos a serem levados em conta: número de alunos por metro quadrado; número de alunos por profissional de Educação Infantil; a qualidade de trabalho e de atendimento sempre priorizados por essa escola, que é de conhecimento de muitos munícipes entre outros. Como educadora proponho essa reflexão. Nossos direitos precisam ser respeitados sim, mas não em detrimento ao direito de outros. Muitas vezes gritamos por nosso direitos citando leis e em alguns casos nos esquecemos dos deveres. Que Deus ilumine a todos e que a solução seja favorável para as crianças, que são as pessoas mais importantes em toda essa problemática. Agradeço o espaço.

    • vanessa

      meu filho esta na creche des 5ms já tem 2 aninhos e adora ir para a creche , o atendimento é muito bom ,mas tenho uma reclamação pq tanta folga como essa segunda dia 18 ñ era feriado mas colocarão como receso agente ñ tem com quem deixa as veze tenq ficar em casa e ñ ir para o trabalho tenq ter atendimento especial muito obrigada

  12. Weslei

    Essa é a Secretaria de “Des”Educação de Mafra.
    Sr. prefeito eu vi uma reportagem sua na RBS Tv em que você disse que se o secretário não estiver cumprindo com suas responsabilidades, não tiver assumindo uma postura a altura do cargo você o exoneraria, quem quer que fosse, parente ou não. Acredito eu que já há motivos de sobra para que a atual secretária de Educação de Mafra seja exonerada do cargo, são somente três messes no cargo e já sobram motivos para isso.
    Então Sr. Prefeito cumpra com o prometido.

    Para quem não viu a tal entrevista, segue o link:
    http://globotv.globo.com/rbs-sc/jornal-do-almoco-sc/t/veja-tambem/v/entrevista-ao-vivo-com-o-prefeito-de-mafra/2327572/

  13. amarildo

    a secretaria nao falou que era para deixar a criança com outra pessoa,deixa com a secretaria pelo menos vai fazer jus o salario que ela ganha.

  14. SOEU

    Concordo com a reclamante, Mafra é uma vergonha no caso de creche, e como o ignorante “Mafresense” nao deve ter filhos e nao passou por isso fala idiotices dessas, mas eu passei por isso e tive de levar meu p/ estado vizinho Rio negro que recebeu meu filho de braços abertos, mas andando 30KM por dia, hj consegui na cidades de mafra, mas apenas por denuncias eu consegui colocar meu filho na creche perto de casa.

  15. Antonia

    ESTE É O RESULTADO DE UM GOVERNO QUE FICOU PATERNALISTA, TEM QUE DAR TUDO, ENTREGAR A CRIANÇA SE POSSIVEL ALIMENTADA E TOMADA BANHO COM ROUPA LIMPA…PIADA NÉ. MINHA MÃE ERA DIARISTA MEU PAI BÓIA FRIA. ÉLA CRIOU 3 FILHOS, SE ORGULHANDO DE NÃO DEPENDER DE GOVERNO NENHUM E BOLSA DE NINGUEM, POIS ESTOMOS TODOS FORMADOS E PÓS GRADUADOS…TEMOS QUE REVER NOSSOS COMCEITOS.

    • André

      vc é pós graduada e escreve assim ? valha-me deus…

  16. Mafrense

    Concordo com a lei, tendo em vista que a licença na maioria dos casos é de 6 meses e algumas pessoas ainda pegam suas férias pra ficar um pouco mais com o filho…Ahhhh, e por favor… se admitissem crianças recém-nascidas elas iriam para a creche e a mãe mesmo em licença maternidade iam deixar elas lá, tem gente que não trabalha e deixa os filhos lá o dia todo “pra se livrar”, eu não duvido disso…
    Não digo que essa mãe está nesse patamar, mas se a exceção for cedida a ela todas as mães vão ter o “direito” a colocar na creche crianças de todas as idades..
    E mais uma coisa, nos dias de hoje, falar :”como se Natália pudesse escolher quando gerar uma criança”, me desculpe, há milhões de métodos contraceptivos disponíveis de GRAÇA, se não estava preparada pra ter um filho, CLARO que podia ter evitado… Quem tem um filho tem que saber das responsabilidades dele, se foi um descuido, tem que arcar com as consequências que estão só começando!!!

    • Ana Paula

      Mafrense, qta ignorância. Assim ó, vc pediu pra ser burro (ou burra) e entrou várias vezes na fila, né?

      A culpa não é da mãe, sequer isso deveria ser discutido. O destaque da matéria refere-se à irresponsabilidade da prefeitura, à falta de respeito do poder público com um cidadão, ao desrespeito a uma lei federal. É difícil demais entender a questão?

      É por haver gente que se acha ‘cidadão do bem’ igual a você, que além de não saber escrever e nem interpretar texto só sabe fazer juízo de valor, que nada vai mudar aqui.

      • Sem comentários

        Oi? Culpa, quem falou em culpa??? Só foi exposta uma opinião de um dos pontos da notícia que não está dada ênfase, mas eu não vi ninguém falar em culpa não! Mas só digo uma coisa uma pessoa que fala de ignorância e chama outra de “burro” ou “burra” não merece o mínimo de consideração dentro de uma discussão… Aí que nós vemos quem ta fazendo juízo de valor de quem…

  17. STIVE

    INFELIZMENTE É SÓ LAMENTAR ESSA VERGONHA!! E TORCER PARA QUE SE TOQUEM E APRENDAM QUE SE QUEREM TRABALHAR COM GENTE PRIMEIRO TEM QUE SER “GENTE”! E SE FOR PRA TER ESSE TAL CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO PARA FAZER ESTE TIPO DE PORCARIA É BOM QUE NEM TENHA MESMO! ESSA SECRETARIA NÃO TEM VERGONHA DE FALAR EM DESACATO!! ELA DEVERIA ESTAR DO OUTRO LADO DAà SIM ELA IA VER O QUE É “BOM” E IA SABER O QUE É TRABALHAR. É MAIS FACIL DIZER QUE A CULPA É DA LEI DO QUE TENTAR RESOLVER O PROBLEMA. VERGONHOSO TRABALHO E VERGONHOSAS PALAVRAS EM SECRETARIA?? FALTA DE PLANEJAMENTO DA MÃE??? ELA NÃO FALOU ISSO NÉ?? (DEVERIA TER DITO ISSO PARA UMA MÃE DAQUELAS QUE VOCÊS CHAMAM DE BARRAQUEIRA DAà SIM SRA IRIA VER O QUE É DESACATO) PARABÉNS PROFESSORA POR REPRESENTAR AS MÃES QUE INFELIZMENTE AINDA SE CALAM DIANTE DESSAS INJUSTIÇAS. QUERO VER O NOSSO HONRADO MP AGIR A FAVOR DO QUE É REALMENTE DE DIREITO DAS PESSOAS. PEDE PRA SAIR SECRETARIA (AH ESQUECI O SALARIO É BOM NÉ)

  18. lucimara

    Concordo plenamente com o Uilson, pessoas que são designadas a essas secretarias deveriam pelo menos se inteirar do assunto, ou melhor, do que realmente diz a Lei, se a secretária tivesse conhecimento do estatuto da criança e do adolescente, saberia do que realmente esta sendo questionado. Mas pelo que percebemos, ela esta totalmente perdida, e para não mostrar que está, ataca as pessoas de forma grosseira. Ameaçar de processar a mãe que está atras de um direito seu, por desacatar funcionário publico, por favor, é o fim….
    Infelizmente Mafra está nas mãos dessas pessoas que caíram de paraquedas nas secretarias, por serem de “confiança” do prefeito. Tem muita coisa errada, mas na educação que no meu entendimento é umas das mais importantes, as coisas estão regredindo, à começar pela secretária.

  19. uilson

    Segundo a reportagem cita, a secretária de educação de Mafra afirma que “algumas leis federais não se aplicam ao município”…………Será que ela poderia citar quais leis são essas? Será que ela poderia também dizer por que uma lei municipal seria soberana a uma lei nacional????? Se ela acredita assim, devemos perguntar então para que serve a hierarquia de leis no país………..

    • Ju

      Nossa!!! Fiquei em instantes analisando o descaso que um cargo de confiança público ocasiona para pessoas sem instrução ou mais humildes.
      Cheguei a pouco a esse estado e a esta cidade; não conheço e nem tenho acesso a pessoas públicas e tão pouco conheço a mãe ou a secretária de educação. Porém quero deixar aqui uma sugestão ao caso que a primeira vista pode parecer um tanto “agressiva” e “radical”, mas acredito que injustiças e falta de respeito como o que a reportagem cita acima infelizmente nos dias de hoje devem ser tratados assim: Levar o caso ao conhecimento Nacional, como telejornais; pois de nada vai adiantar algumas reclamações aqui ou outra lá nos corredores municipais, a questão deve ser tratada de forma ampla e que alcance margem no país. Vale lembrar que diversos acontecimentos de ordem particular ou pública das quais tivemos conhecimento, tiveram efeito e um resultado realmente satisfatório quando saíram em redes nacionais.

      • Any

        Concordo com a Ju… e não é a primeira vez que esta secretária está agindo desta forma: em vez de buscar soluções, “solta o verbo em cima” dos cidadãos.
        Aonde fomos parar Mafra? Aonde iremos com estes secretários tão egoístas e abrasivos, que não conseguem se colocar no lugar dos mafrenses?

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