PROJETO DA BOLA: Vereador mafrense critica repasse de R$ 150 mil para time de futebol

Publicado por Gazeta de Riomafra - 06/04/2015 - 21h52

O suplente de vereador Dimas Humenhuk (PSC), voltou a ocupar a cadeira do vereador Erlon Veiga (PRB), que está afastado do cargo para comandar a Secretaria Municipal de Governo e Cidadania. Dimas ao usar a palavra na sessão da segunda-feira (30) criticou o repasse de verba, no valor de R$ 150 mil, para o Operário.

Para o suplente de vereador o dinheiro poderia ser melhor aplicado, visto as reais necessidades do município de Mafra hoje. “Devemos elaborar projeto para volta do departamento de esportes, o famoso FME, (…) para que os alunos das escolas públicas possam ser incentivados a participar de eventos esportivos como era feito no meu tempo de estudante.â€, falou.

Disse ainda que Mafra precisa reativar os seu departamento de esportes, e que seja investido verbas públicas em outros esportes, como handebol, basquetebol, voleibol e atletismo. E que não concorda que verba pública seja aplicada em clubes particulares. Ainda mais na situação que o município se encontra.

Mal estar

Durante a fala do vereador do PSC, o vereador Abel Bicheski “Belo†(PR), pediu a palavra parabenizando vereador Dimas pela crítica e disse que ele poderia assumir em seu lugar a presidência da comissão de Finanças, Orçamento, Tributação e Fiscalização da Câmara, onde ele poderia estudar e barrar este tipo de projeto. Belo ainda lembrou que vários projetos de subvenção passam pela casa de leis, onde diversas entidades são beneficiadas, como o Hospital São Vicente de Paula.

O vereador Eder Gielgen (PMDB), outro membro da comissão de Finanças, também interpelou Dimas tentando justificar que os projetos são analisados com critérios e algumas entidades são visitadas antes do projeto de concessão de subvenção chegue ao plenário para votação e que, com parâmetros do que vem sendo pedido em patrocínio, pelos gestores do Operário, o valor de R$ 150 mil não é suficiente para manter uma equipe para disputar a segunda divisão do catarinense.

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4 comentários publicados
  1. Pensador

    Com esse dinheiro é possível criar um espaço para as crianças jogarem diferentes esportes. Esse Operário inicia e logo acaba. É sempre assim. Não terá nenhum retorno para a cidade.

  2. Pedro

    Sim Odonolentino. O Operário teve vários retornos, e em algum deles vc lembra dele ter criado talentos ?

    Nem escolinha tem, apenas jogadores profissionais que vêm de fora e vão embora no dia seguinte que acaba o campeonato.

    Poder público não tem que se envolver com esporte PROFISSIONAL. Esse dinheiro deveria ser investido no esporte das crianças.

  3. japa

    entao de sua parte dos imposto,e tira seu direito de ter saude e educação,ou de dinheiro do bolso.

  4. Odontino S Melão

    O Clube Operário é uma tradição do esporte Mafrense, por tanto merece ajuda para continuar suas atividades esportivas e, sobre tudo na formação de atletas, retirando do mal caminho, jovens riomafrenses.

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