Uma mulher de história, fazendo história

Publicado por Gazeta de Riomafra - 30/07/2012 - 11h33

Com um acervo de mais de dez mil fotos históricas, Maria da Glória vem registrando a história de Rio Negro e se transformando na própria história da cidade.

Havendo se aposentado do serviço público em 1979, e com o falecimento da mãe em 1985, Maria idealizou a arvore genealógica de sua família, mas, sem outra alternativa de ocupação, resolveu buscar junto à comunidade, fotos para contar a história principalmente de Rio Negro, e também da região.  “Comecei a colecionar as fotos, e no início tinha apenas umas 25, então comecei a pedir em centenas de residências, e hoje o acervo é de mais de dez mil fotografias”, diz a historiadora.

Já nos idos anos de 1989, Maria da Glória França Foohs foi a responsável pelo lançamento da exposição “Museu de Rua”, então implantado junto à Praça Central de Rio Negro, e hoje é considerada como uma das principais colecionadoras/historiadoras da região.

A ilustre cidadã rionegrense chegou a começar editar um livro com as fotos e respectivas legendas, para contar a história de Rio Negro, mas acabou desistindo do mesmo haja vista um problema ocorrido em seu computador pessoal.

Faz parte, no entanto, do livro “175 anos da Imigração Alemã para Rio Negro – Os pioneiros no Paraná”, em coautoria com Divinamir de Oliveira Pinto e Marli Uhlmann Portes.

Maria da Glória França Foohs demonstra discernimento e conhecimento, e inclusive já ministrou séries de palestras em Escolas, para falar da história do Município.

Para a historiadora, seu acervo deve ficar em Rio Negro, mas num Museu onde toda a comunidade possa usar para pesquisa.

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2 comentários publicados
  1. Salete da Graça Evers

    Que modelo de pessoa, colecionadora de tesouros!

  2. Dagoberto Mebius

    Boa noite Sra. Maria da Gloria

    Estou a procura de meus bisavós Max Moebius e Emily Moebius. São os avós de uma figura importante para Rio Negro que é Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa. Deve ter ocorrido algum evento estranho entre os anos de 1908 e 1910. Pois é nesse período que Max desaparece da História. Mas eu não me importo com isso, somente quero restaurar e saber quem era esses meus bisavós. Se a senhora puder me ajudar de alguma forma fico eternamente agradecido.
    Dagoberto Mebius
    dagmebius@hotmail.com
    Sorocaba/SP

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