Executivo rionegrense terá que prestar informações sobre a UPA

Por Gazeta de Riomafra - 02/07/2019

Na terça-feira (25), durante a sessão ordinária da Câmara de Rio Negro os nove vereadores assinaram um requerimento solicitando informações do Executivo Municipal referente a Unidade de Pronto Atendimento – UPA.

Os parlamentares querem saber qual o destino que será dado para a Unidade, após o Ministério da Saúde, através de um ofício, informar que as Prefeituras municipais têm até o dia 30 de junho para informar qual o uso que será dado para as obras, já que existe uma portaria do próprio Ministério autorizando os municípios a darem outras destinações que não à abertura das UPAs para esses prédios.

A construção da Unidade de Pronto Atendimento – UPA de Rio Negro foi anunciada em 2011 como uma grande obra para população rionegrense. E desde então oito anos se passaram, cerca de R$ 2 milhões já foram investidos na sua construção. E até já foi anunciado que ela poderá será inaugurada até o fim deste ano.

OBRA ARRASTADA

Em 2011 foi colocada uma placa na esquina entre as ruas Capitão João Bley e Xavier da Silva, com os timbres da Prefeitura de Rio Negro, Fundo Nacional da Saúde, SUS e Ministério da Saúde. Nela constava o valor da obra – R$ 1.326.229,63 -, a data do início da obra – maio de 2011 – e o prazo de entrega de 12 meses. A outra foi colocada, três anos depois, em 2015, apontava o valor de R$ 629.792,39 referente à “execução de obra de conclusão da UPA”. Nela está à previsão do término da obra em abril de 2016.

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Nestes oito anos de construção da Unidade de Pronto Atendimento de Rio Negro foram vários os motivos para a demora da obra. Sindicâncias, brigas políticas, licitações, desistências das empresas responsáveis pelo serviço e novas licitações, sem falar no dinheiro aplicado que em 2011 era cerca de R$ 1,3 milhão e agora onde a atual administração municipal, com recursos próprios, já investiu desde 2014 mais de R$ 1.466.873,38 na obra, mais verbas do Governo Federal e ainda mais R$ 235 mil novamente da Prefeitura, o investimento total para a erguer a UPA é de R$ 2.751.873,38.

Sem a UPA os atendimentos de emergência são feitos no Pronto Atendimento do Hospital Bom Jesus (HBJ) que recebe por mês R$ 460 mil para executar os serviços de atendimento 24 horas.

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